Uma intimação inusitada fez a Justiça do Tocantins virar notícia nacional nesta semana. Cumprindo ordem do juiz, um oficial de Justiça foi ao cemitério da cidade de Dueré neste mês tentar intimar um homem que está ali sepultado, depois de ter sido assassinado em um assalto em sua casa em abril do ano passado.
Leia maisA Polícia Federal e a Receita Federal do Brasil cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira – um em Corumbá (MS), dois em Palmas (TO) e um em Goiânia (GO) – na operação “Conexão Corumbá”, que investiga suposto esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por organização criminosa, que usaria de sucessivos saques de dinheiro em agências bancárias de Corumbá para envio à Bolívia, o que dá nome à operação.
Leia maisA Polícia Federal encontrou mensagens indicando que o senador licenciado Eduardo Gomes (PL-TO), líder do governo de Jair Bolsonaro no Congresso, pedia depósitos bancários a um empresário ao qual prometeu ajudar a adiar uma portaria do Inmetro, informa O Globo. Procurado, o parlamentar disse ao jornal que os repasses financeiros eram “empréstimos” e negou qualquer irregularidade.
Leia maisO governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL), foi alvo hoje de mandados de busca e apreensão das operações operações Éris e Hygea da Polícia Federal e afastadado por seis meses do cargo por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por suposta obstrução de investigações sobre o combate à corrupção e pagamento de vantagens indevidas ao Plansaúde, o Plano de Saúde dos Servidores do Estado do Tocantins.
Leia maisO Ministério Público Federal (MPF) arquivou inquérito da Polícia Federal, aberto por determinação do ex-ministro da Justiça André Mendonça, que apurava suposto crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro por causa de dois outdoors divulgados em Palmas, no Tocantins, em agosto do ano passado. Os cartazes publicados pelo sociólogo Tiago Costa Rodrigues, de 36 anos, exibiam fotos de Bolsonaro com os dizeres "Cabra à toa, não vale um pequi roído. Palmas quer impeachment Já" e "Aí mente! Vaza Bolsonaro, o Tocantins quer paz". Em nota, o MPF diz que "as mensagens mostraram-se claramente como posições políticas e por isso deve ser respeitado o direito à liberdade de expressão dos cidadãos" e lembra que a Constituição Federal veda "toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística".