A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo, ao determinar que os Três Poderes revisem e suspendam "penduricalhos" ilegais do serviço público, atinge uma lista de benefícios que favorecem os supersalários entre servidores de categorias privilegiadas. Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição e cita o pagamento de “auxílio-peru”, “auxílio-panetone” e até "auxílio Iphone".
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O presidente Lula assinou Medida Provisória que reajusta em 5,4% o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país. A Confederação Nacional de Municípios (CNM), que representa prefeituras de todo o país, afirmou que a MP terá impacto de até R$ 8 bilhões aos cofres municipais.
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Após longas negociações, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG) informa que firmou acordo ontem sobre a Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026 com as entidades patronais do comércio. Além de definir o horário especial de funcionamento do comércio em dezembro, o acordo estabelece reajuste salarial para a categoria.
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A partir deste sábado, a Prefeitura de Campo Grande reduz para seis horas diárias a jornada de trabalho em todas as repartições públicas, por 120 dias, com exceção das escolas, unidades de saúde e demais serviços essenciais. Diante da crise financeira, a prefeita Adriane Lopes (PP) também anunciou ontem a redução de 20% em seu próprio salário e de todo o primeiro escalão.
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"O Governo Riedel tem uma dívida a saldar com os professores convocados" disse o deputado Pedro Kemp (PT), ao voltar a cobrar o compromisso, segundo ele, assumido pelo governador Eduardo Riedel (PSDB) na campanha eleitoral, de garantir a recuperação salarial da categoria e a equiparação dos vencimentos dos professores convocados com a dos efetivos.
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As associações diversas do terceiro setor em Mato Grosso do Sul pedem socorro. Funcionários e demais colaboradores dessas entidades estão sem receber salários desde fevereiro e acionaram o deputado federal Geraldo Resende (PSDB-MS), que cobrou hoje do secretário-adjunto de Fazenda de MS, Sérgio Gonçalves, a regularização da situação.
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