Com a promessa de substituir o débito automático e os boletos, o Pix automático tornou-se obrigatório para as instituições financeiras ontem. O sistema visa facilitar pagamentos de contas de energia, de água, escolas, taxas de condomínio, assinaturas etc., conforme o Banco Central (BC), deve beneficiar até 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito.
Informações falsas que circularam no começo do ano sobre uma suposta taxação do Pix que viralizaram nas redes após vídeo postado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) tornaram mais difícil coibir transações fraudulentas como as reveladas ontem pela megaoperação da Polícia Federal em parceria com o Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal, que desbaratou esquema que usava a cadeia de combustíveis e o mercado financeiro formal para lavagem de dinheiro pelo PCC, diz a Receita.
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O Banco Central lançou hoje o Pix Automático, que permitirá agendar despesas periódicas e recorrentes, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura. Conforme o BC, o pagador vai precisar autorizar uma única vez a operação, sem precisar fazer novo pagamento a cada nova cobrança. Já adotado pelo Banco do Brasil, a ferramenta só estará disponível nos demais bancos a partir da próxima segunda-feira.
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Seis prefeituras de Mato Grosso do Sul (de Campo Grande, Corumbá, Dourados, Aparecida do Taboado, Inocência e Vicentina) e o Governo do Estado estão na lista do Ministério Público Federal (MPF), que recomendou ações contra gestões de 361 municípios brasileiros que não prestaram contas sobre o uso de recursos recebidos em 2024 das chamadas "emendas Pix".
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O Banco Central alterou o regulamento do Pix para excluir chaves CPF ou CNPJ de pessoas e de empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal. A medida visa aprimorar a segurança das transações e impedir a aplicação de golpes via Pix, usando nomes diferentes daqueles armazenados na base de dados da Receita.
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