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Além das obras de revitalização da Rua 14 de Julho, prefeitura também vai ativar iluminação de Natal

Guardas municipais armados e usando spray de pimenta dispersaram manifestantes que bloqueavam saída de ônibus

A Defensoria Pública estadual anunciou que vai atender "para providências judiciais cabíveis" as mulheres e demais vítimas de agressão da Guarda Municipal de Campo Grande que usou spray de pimenta para acabar com o protesto contra a falta e atraso de ônibus no Terminal Morenão ontem. Interessadas devem ir à unidade Belmar Fidalgo (Rua Arthur Jorge, 779) a partir de segunda-feira, das 7h30 às 17h. A OAB-MS divulgou nota ontem (leia aqui) em repúdio à ação da GM e cobrou providências das autoridades. A prefeitura prometeu apurar se houve eventuais excessos da Guarda e o motivo da falta de ônibus em circulação pelas empresas do Consórcio Guaicurus que mopoliza o serviço. O protesto aconteceu depois que passageiras ficaram cansadas de esperar em vão pelo transporte para ir ao trabalho, sem poder embarcar nos poucos ônibus que já chegavam lotados ao terminal.





Nota publicada hoje no site da OAB-MS cobra providências de ação da Guarda no Terminal Morenão

A Seccional da OAB de Mato Grosso do Sul divulgou nota afirmando que sua diretoria repudia com "profunda indignação" as "ações adotadas pela Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande nesta sexta-feira no Terminal Morenão, na utilização desproporcional de uso de gás lacrimogênio em movimento de mulheres trabalhadoras domésticas" (leia aqui sobre o assunto). "A data de 15 de Novembro, Proclamação da República, apesar de histórica para nosso país ainda tem muitas mazelas a serem combatidas fortemente pelas Instituições Democráticas de Direito, em especial por atos de violência contra as mulheres que ainda hoje vivenciam situação de desigualdade em todas as esferas da sociedade. Apesar das décadas de lutas por direitos básicos e igualdade de oportunidades, o ato trata-se de violência contra a mulher e violação aos Direitos Humanos que corrobora a constatação de um país que está em 5º lugar em violência contra a mulher e de uma sociedade machista e patriarcal, que influencia de maneira transversal no dia a dia das mulheres do século XXI. A OAB-MS, através de sua Diretoria e Comissões, reitera sua profunda indignação com o ocorrido e pede apuração dos fatos", diz a nota – leia aqui a íntegra - da OAB-MS.





Projeto do Executivo foi aprovado por unanimidade pelos vereadores na sessão de hoje da Câmara

Dentistas que atuam para a Prefeitura de Campo Grande usam jalecos e máscaras pretas em protesto pacífico

Vereador Papy, Paulinho da Força, Miglioli e o deputado Herculano Borges farão ato político visando as eleições

MP acusa pedagoga de ter recebido salários por cerca de nove meses sem ir trabalhar na prefeitura

Longa espera para consultas no CEM da prefeitura pode significar a morte de quem depende da saúde pública

Com cerca de 12 mil pessoas na fila de consultas, exames e cirurgias com médicos de diversas especialidades do serviço municipal de saúde em Campo Grande a longa espera pode ser fatal e, conforme o jornal Correio do Estado, a situação pode piorar, já que um projeto da prefeitura feito por meio de acordo na Justiça com o sindicato da categoria, deve autorizar os médicos a cumprirem só metade da carga horária atual para tentar conter a evasão de profissionais no serviço municipal, pouco atraente pelas precárias condições de trabalho.

O jovem Loudeslon Ortiz Prado, de 26 anos, relatou ao Correio do Estado o caso de seu tio, Doto Pires, que agendou consulta no Centro de Especialidades Médicas (CEM). Depois de esperar em vão, ele buscou atendimento particular e descobriu que estava com câncer. Há algumas semanas, sua esposa recebeu uma ligação do CEM informando que a consulta havia sido agendada. Agora viúva, a tia do rapaz informou que o marido havia falecido há mais de três anos.

Outro caso citado pelo jornal é o da dona de casa Juliana Aparecida Gibin, atropelada em 2016. Ela foi atendida na urgência na Santa Casa e depois encaminhada para consulta com ortopedista no CEM, onde teria de esperar pelo menos quatro meses. Com muita dor e sem poder pagar médico particular, voltou à sua cidade natal, Echaporã (SP). “No dia seguinte que cheguei lá já fui atendida pelo médico. Fiz todo o meu tratamento e depois voltei. É uma cidade pequena, mas o atendimento é muito bom", contou Juliana. Leia mais aqui no Correio.





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