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TV iraniana divulgou imagens de mísseis lançados contra bases que abrigam tropas dos Estados Unidos no Iraque

Carlos Zarattini (PT-SP) postou vídeo de game e escreveu: Massacre brutal. Veja como os drones americanos mataram o general iraniano'

Em nota, PT criticou posição do governo Bolsonaro e diz que ação militar faz 'parte da estratégia de campanha' de Trump

Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho sugere: 'É melhor a gente não se envolver'

Imagem de destroços em chamas em Bagdá divulgadas pelo Irã e o general Qassem Soleimani que morreu no ataque dos EUA

Imagem de destroços em chamas em Bagdá divulgadas pelo Irã e o general Qassem Soleimani que morreu no ataque dos EUA

Trump é o terceiro presidente a sofrer impeachment pela Câmara dos EUA, mas deve ser absolvido pelo Senado como Clinton e Johnson

Nelsinho diz que taxação anunciada por Trump será discutida na comissão de Relações Exteriores do Senado

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, defendeu hoje em entrevista ao Estadão que "o Brasil tem de ter uma posição mais firme" em reação ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retomar as tarifas sobre o aço e alumínio brasileiros, acusando o país, junto com a Argentina, de desvalorizar suas moedas para estimular a exportação de produtos agropecuários. "Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores", escreveu Trump no Twitter. "Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir desses países", acrescentou.

Para Nelsinho, Trump é candidato à reeleição e busca agradar o setor do agronegócio de seu país. "O Brasil não fez essa desvalorização cambial de propósito. Essa flutuação cambial é algo natural da nossa economia. E o que a gente observa nesta medida foi uma retaliação por parte do presidente dos Estados Unidos, mais para poder atender politicamente ao setor do agronegócio de lá", disse o senador afirmando que o assunto será tratado na próxima reunião da comissão no Senado na quinta-feira.

Os ministérios de Relações Exteriores, Economia e Agricultura se pronunciaram por meio de nota afirmando que "o governo trabalhará para defender o interesse comercial brasileiro e assegurar a fluidez do comércio com os EUA". O presidente Jair Bolsonaro declarou que não considera a medida de Trump como "retaliação" e disse que, se necessário, vai conservar com o presidente dos EUA.





Nelsinho diz que prazo antes do recesso é curto e que votação da indicação de Foster deve ficar para 2020

Em crise devido à guerra comercial com a China, fazendeiros dos EUA rejeitam concorrência brasileira

Diante das tentativas da ministra Tereza Cristina (Agricultura) de retomar a exportação de carne in natura brasileira para os Estados Unidos, a BBC contou a história de um fazendeiro dos EUA para explicar a dificuldade de abertura desse mercado. Cita o caso de Christopher Gibbs, de 61 anos, fazendeiro do estado de Ohio, que apoiou a eleição de Donald Trump, mas acabou prejudicado com a guerra comercial travada pelo atual presidente com a China. Sob justificativa de proteger o mercado nacional e o direito à propriedade intelectual de empresas de tecnologia americanas, Trump impôs tarifas a produtos chineses em 2018. Em resposta, a China taxou a produção agrícola dos Estados Unidos. Isso atingiu em cheio os produtores rurais dos EUA, cujos produtos estão com preços abaixo da produção. No prejuízo, os fazendeiros de lá não querem saber da carne brasileira em seu mercado interno.

"Eles alegaram lá algumas questões menores de fiscalização sanitária, às quais já respondemos. A verdade é que eles não querem abrir o mercado porque o produtor brasileiro é hoje mais eficiente que o americano e a carne brasileira é mais barata", explicou à BBC um diplomata envolvido nas negociações. O Brasil, por sua vez, vive um ótimo momento com a venda de carne e soja para a China, o que faz subir os preços nacionais. Conforme a BBC, a "própria ministra Tereza Cristina reconhece que talvez sequer houvesse oferta brasileira disponível para o mercado americano, mas o Brasil quer receber o reconhecimento dos EUA de que sua carne in natura é aceita nesse mercado". Leia a íntegra aqui na BBC Brasil.