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Após a vitória no Senado, Donald Trump disse no Twitter que fará discurso amanhã sobre 'a farsa do impeachment'

Em votação histórica, a maioria dos senadores dos Estados Unidos absolveu Donald Trump hoje do processo de impeachment aprovado pela Câmara no ano passado. Na primeira votação, foram 52 votos a favor de Trump e 48 contra, bem menos que os 67 votos (dois terços) necessários para remover o ocupante da Casa Branca. Na segunda votação o placar foi um pouco mais favorável: 53 a 47 em favor de Trump. O resultado já era esperado (leia aqui). Aprovado na Câmara onde o Partido Democrata, de oposição, tem maioria, o impeachment precisava de aval do Senado, onde o Republicano, partido de Trump, é majoritário. Antes dele, outros dois presidentes dos EUA foram alvo de impeachment na Câmara e também absolvidos no Senado: Andrew Johnson, em 1868, e Bill Clinton, em 1998. Donald Trump, que segue no cargo para disputar a reeleição no dia 3 de novembro, disse no Twitter que amanhã fara um discurso na Casa Branca para falar sobre a "vitória do pais sobre a farsa do impeachment".





Departamento de Estado dos EUA anunciou que a medida visa restringir o chamado 'turismo de nascimento'

No consulado brasileiro em Nova Iorque atrações de MS foram apresentadas ontem a operadores turísticos dos EUA

Brasil foi o quatro principal destino de investimentos estrangeiros em 2019, só atrás dos EUA, China e Cingapura

O Brasil subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019, conforme relatório divulgado ontem pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad). Foram US$ 75 bilhões em investimentos externos no país no ano passado, contra US$ 60 bilhões em 2018. O ranking é liderado pelos Estados Unidos com US$ 251 bilhões, seguido pela China com US$ 140 bilhões, e Cingapura com US$ 110 bilhões. Os US$ 75 bilhões que chegaram ao Brasil são mais da metade dos US$ 119 bilhões que toda a América do Sul recebeu no ano passado. O relatório atribui o resultado, em parte, ao programa de privatizações lançado em julho pelo atual governo e diz que o país deve continuar a receber investimentos externos neste ano. Além das privatizações, o relatório cita projetos relacionados ao meio ambiente como fatores que ajudarão a elevar os investimentos estrangeiros no Brasil em 2020. "Dados preliminares sobre os investimentos na área verde anunciados no país corroboram essa perspectiva, com o valor dos projetos mais que dobrando, na comparação com 2018, especialmente na energia renovável e na indústria automotiva", diz a Unctad. No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro disse que o resultado representa a volta da confiança no país.





Vigilância foi reforçada em três aeroportos internacionais dos EUA: Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles

Comunicado dos EUA diz para turistas evitarem áreas nas regiões de fronteira, favelas e cidades satélites de Brasília

Queda no preço das refinarias vale hoje, mas só chega ao consumidor após acabar o estoque dizem os revendedores

Vídeo divulgado pelo New York Times mostra clarão que seria de missil atingindo avião ucraniano

Em vídeo nas redes sociais, Bolsonaro rebate críticas de Lula e diz que Brasil deve respeitar a Constituição contra o terrorismo

A crise entre os Estados Unidos e o Irã serviu de munição para a guerra entre Lula e Jair Bolsonaro hoje. Criticado pelo petista que disse em entrevista nesta quarta-feira ao site de esquerda Diário do Centro do Mundo que "o momento não é adequado para o Brasil se meter em uma briga externa" e o chamou de "lambe botas do Trump" (veja aqui), Bolsonaro publicou vídeo nas redes sociais em que aparece vendo o discurso de Trump sobre o conflito e rebate o ex-presidente. "Muitos acham que o Brasil deve se omitir no tocante aos conhecimentos. Só quero dizer apenas uma coisa. O senhor Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto presidente da República, esteve no Irã e lá defendeu que aquele regime pudesse enriquecer urânio acima de 20%, que seria para fins pacíficos" (na verdade, a posição do governo Lula em 2010 era permitir o enriquecimento de urânio em até 20%). Em seguida, o presidente exibiu um exemplar da Constituição e afirmou: "Nós temos que seguir as nossas leis, nós não podemos extrapolar. Acredito que a verdade tem que fazer parte do nosso dia a dia, que nós queremos paz no mundo". Por fim, exibiu o artigo 4º da Constituição com trechos grifados frisando que o Brasil tem entre seus fundamentos "a defesa da paz" e o "repúdio ao terrorismo". Veja abaixo o trecho do vídeo postado pelo presidente no Twitter.





Após mísseis lançados contra bases dos EUA, Trump disse que 'está tudo bem' e Irã mostrou que reagiu à morte do general

Apesar do aumento da tensão no Oriente Médio, analistas de guerra internacionais avaliam que o ataque do Irã a duas bases aéreas dos EUA no Iraque como resposta ao ataque estado-unidense que matou o comandante da Guarda Revolucionária Iraniana Qasem Soleimani indica um recuo no conflito. Do lado dos EUA, Donald Trump deixou claro aos seus eleitores que não vai tolerar o avanço do terrorismo por parte das milícias do Irã e aliados, como ocorreu no governo democrata de Obama. Do outro lado, o regime iraniano pode mostrar à sua população que reagiu contra o grande inimigo. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, declarou hoje a uma multidão em Teerã: "Ontem à noite, nós demos um tapa na cara deles". O povo respondeu com cantos de "morte aos Estados Unidos". O chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, que dias atrás chamou o ataque americano de "terrorismo" e "ato de guerra", disse agora no Twitter que o ataque às bases Al-Asad e Irbil foi um ato de legítima defesa seguindo leis internacionais. "Nós não estamos buscando escalada (dos conflitos) ou guerra, mas nos defenderemos contra qualquer agressão", escreveu em inglês. Trump, conhecido pelo estilo agressivo na rede social, publicou no Twitter após o ataque iraniano uma mensagem afirmando que "está tudo bem". Para o editor de Oriente Médio da BBC, Jeremy Bowen, o Irã tenta em sua diplomacia via Twitter "passar a bola" para os EUA em razão da disparidade militar entre os dois países. "Eles estão dizendo aos americanos: 'Agora é com vocês, se querem ou não escalar isso'." Leia mais aqui na BBC Brasil.