O plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter o afastamento definitivo do ministro Marco Buzzi e colocar seu cargo à disposição, após condenação em processo administrativo por acusações de crimes sexuais feitas por duas mulheres. A punição inédita foi aplicada pela primeira vez após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentar a disponibilidade com possibilidade de perda do cargo como sanção máxima para magistrados.
Como já era esperado, o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, com enredo em homenagem a Lula em ano eleitoral, rende polêmicas e promessas de ações na Justiça Eleitoral por parte dos opositores. Na ala adversária também teve desafinação. No mesmo dia, o ex-ministro de Turismo do governo Bolsonaro,Gilson Machado, postou em rede social um vídeo em que aparece distribuindo adesivos do pré-candidato Flávio Bolsonaro.
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O pleno do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje, por unanimidade, pelo afastamento cautelar do ministro Marco Buzzi de seu cargo na Corte. Ele é investigado após denúncia de importunação sexual contra uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos e foi alvo de outra denúncia.
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Parentes de primeiro grau de oito dos dez atuais ministros do Supremo tiveram um salto na atuação em tribunais superiores após a ascensão de seus familiares à cúpula do Judiciário. Levantamento do Estadão mostra que 70% dos processos com a participação desses advogados foram protocolados depois de os ministros serem empossados no STF.
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