Uso de igreja para promover candidatos é abuso de poder, decide TSE
Gazeta Votorantim/Facebook Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, que o uso de igreja para promover candidaturas configura abuso de poder político e econômico quando há desvio da finalidade religiosa e impacto na igualdade da disputa. O caso divulgado pelo Estadão envolve a prefeita de Votorantim (SP), Fabíola Alves da Silva (PSDB), o vice Cesar Silva (PSDB) e o vereador Alison Andrei Pereira de Camargo, conhecido como Pastor Lilo (MDB), condenados por utilizar um culto da Igreja do Evangelho Quadrangular para impulsionar candidaturas em 2024. A Corte manteve a cassação dos registros e a inelegibilidade por oito anos, apontando que o evento teve “inegável caráter eleitoreiro”, com pedidos explícitos de apoio e uso da estrutura religiosa para fins políticos.
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Postado por: Marco Eusébio, 22 Maio 2026 às 15:30 - em: Principal