Protestos contra racismo nos Estados Unidos chegam ao sétimo dia
Reprodução de vídeo
Com novas manifestações convocadas para a noite de hoje, chegam ao sétimo dia os protestos contra o racismo em várias cidades dos Estados Unidos, iniciados após uma mulher filmar a morte de George Floyd, um homem negro acusado de tentar passar uma nota falsa de 20 dólares em uma loja em Minneapolis, cidade já marcada por leis racistas no Minnesota. Embora imobilizado e dizendo que não conseguia respirar, Floyd foi morto por um policial que permaneceu por mais de oito minutos ajoelhado sobre seu pescoço. Suas últimas palavras, "eu não consigo respirar" ("I can’t breathe") viraram lema de faixas e pichações. Até a Casa Branca foi cercada ontem por manifestantes ontem o que, segundo a imprensa dos EUA, teria obrigado o presidente Donald Trump a ser levado por agentes do serviço secreto para um bunker subterrâneo no imóvel. Em várias cidades ocorreram depredações de prédios e saques nos últimos dias, obrigando prefeitos a decretarem toque de recolher. Soma-se ao fato, o risco de propagaçãoda pandemia gerado pelas aglomerações das manifestações em um período que os EUA lideram em número de casos e de mortes da Covid-19.
Coronavirus, Riots, White House Siege: unfolding simultaneously in the US... And Trump is hiding from protest in underground bunker. pic.twitter.com/8exN1A0CKT
— Rula Jebreal (@rulajebreal) June 1, 2020
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Postado por: Marco Eusébio, 01 Junho 2020 às 15:40 - em: Principal