O cuidado das 'cegonhas' para evitar riscos em seus 'bebês' de galhos que surgem no caminho
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Quem vê um caminhão-cegonha carregado de carros zero-quilômetro pela estrada talvez não imagine que existe uma operação específica para evitar que os veículos cheguem às concessionárias riscados por árvores. O Sindicato Nacional dos Transportadores Rodoviários de Veículos (Sinaceg) mantém desde 2008 equipes responsáveis pela poda de árvores nos principais corredores de transporte do País.
“Algumas vezes, a avaria, que pode ser um conjunto de riscos e vincos causados por galhos de árvore, representa a perda total do produto e sua devolução. Por isso, costumamos dizer que os carros que transportamos são nossos bebês e eles precisam de todo cuidado”, disse ao Jornal do Carro, do Estadão, José Ronaldo Marques da Silva, presidente do Sinaceg, Sindicato Nacional dos Transportadores Rodoviários de Veículos, que representa cerca de 3.500 caminhões-cegonha, responsáveis pelo transporte de mais de 1,5 milhão de veículos novos por ano.
São cerca de 3.200 quilômetros de rodovias e outros 200 quilômetros de ruas e avenidas atendidos pelo serviço. A entidade mantém quatro equipes próprias e contrata outras cinco empresas para realizar as podas. O trabalho é acionado quando motoristas identificam trechos com galhos que podem atingir os veículos transportados.
E há um inimigo especialmente insistente: o bambu, principalmente em trechos de Minas Gerais e Espírito Santo. Como cresce rapidamente e invade as pistas, exige podas frequentes. Ou seja: no mundo das cegonhas, os “bebês” também precisam chegar ao destino sem um arranhão.
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Postado por: Marco Eusébio, 05 Setembro 2026 às 10:00 - em: Principal