"Fui esquecido", reclama, 20 anos depois, motorista pivô do impeachment de Collor

Alan Marques/FolhaOnline Reprodução
"Fui esquecido", reclama, 20 anos depois, motorista pivô do impeachment de Collor

Vinte anos depois de a Câmara aprovar a abertura do processo de impeachment de Fernando Collor e selar a queda do então presidente da República, o motorista Eriberto França, hoje com 47, reclama: "Fui esquecido. Minha dignidade tem que ser resgatada. No meio político é ´estou bem` e o resto que se dane". Hoje, aos 47 anos, há um ano e meio desempregado, em entrevista à Folha de S.Paulo ele deixa claro que esperava "ser reconhecido", inclusive financeiramente, por ter sido o "motorista que derrubou o presidente". Após sair do governo em 92, Eriberto trabalhou na revista "IstoÉ", para qual deu a bombástica entrevista que acelerou o afastamento de Collor. Depois, foi para o Ministério dos Transportes a convite do então ministro Odacir Klein. Em 2003, foi demitido e, com a ajuda de petistas, foi parar na EBC, na área técnica de televisão, de onde saiu em março de 2011. Ganhava R$ 1,9 mil. Desde então, conta com a ajuda do sogro, tenta fazer alguns bicos e usa o dinheiro que sobrou da rescisão trabalhista. Leia a entrevista clicando aqui na Folha Online.



Deixe seu comentário


Postado por: Marco Eusébio, 29 Setembro 2012 às 14:40 - em: Principal


MAIS LIDAS