Há 75 anos, em Paris, era assinada a Declaração de Direitos Humanos pelas maiores potências do mundo – também pelas menores e pelas, então, consideradas irrelevantes. Todos estavam abalados com os horrores da Segunda Guerra Mundial e, como crianças arrependidas, prometeram por escrito que fariam do mundo um lugar melhor. Fizeram? No papel sempre cabe tudo.
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A vespa pousou na cabeça de uma serpente, pondo-se a atormentá-la com seu ferrão. Louca de dor, não podendo defender-se de seu inimigo, a serpente meteu a cabeça debaixo da roda de um carro, morrendo junto com a vespa. Esopo mostra, nesta fábula, que certas pessoas não hesitam em morrer arrastando seus inimigos e, até amigos. Pois é isso que está ocorrendo na esfera política nacional.
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Para onde vai a América do Sul? Por que os ciclos políticos se revezam, gerando solavancos para a direita e para a esquerda? Como se comporta o arco ideológico nesta terceira década do século XXI? O que explica o aparecimento de um anarcocapitalista, como Xavier Milei, no planeta maltratado por duas guerras? Afinal, quais são os traços mais visíveis nos horizontes da política? O mundo, é a impressão, parece descer a ladeira da democracia.
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Uma das provas incontestáveis da existência de Deus – para mim –, é a criação do ser humano. Uma criatura dotada dos mais incríveis movimentos, órgãos, neurônios, células, moléculas, átomos – tudo obedecendo a um ordenamento inteligente e com uma diversidade que diferencia uns dos outros, mantendo a mesma unicidade na origem e facultando a possibilidade de evolução infinita – não pode ter sido criada por geração espontânea.
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Gaudêncio Torquato (*)
Heitor Freire (*)
João Badari (*)
Leonardo de Moraes (*)
Alessandra Augusto (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Heitor Freire (*)
Camila S. Lourenço (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Heitor Freire (*)