O início do ano eleitoral é um bom momento para refletirmos sobre as necessidades de Campo Grande. A sinalização das ruas é clara: o povo exige renovação, mudança para melhor, pessoas com ficha limpa, sem mancha, com passado abonador, porém ao mesmo tempo com experiência e capacidade para enfrentar os desafios da administração pública, a cada dia maiores. Com base nesses requisitos tenho colocado meu nome à disposição do partido para ser avaliado nas urnas.
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Esta semana o Brasil entra em funcionalidade efetiva. Bem vindo a 2016. Respiremos fundo. Não será fácil. Aquele pessoal que fica perguntando “que crise?”, “que crise?” terá respostas dentro em breve. Os profetas de todas as platitudes terão assunto de sobra de agora em diante. Viva a realidade.
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O mito da folia como rito de passagem obrigatório para que um País inteiro expurgue os males do passado para purificar-se no futuro (incerto) inscreve-se em tradições milenares. Tudo estaria correndo dentro dos conformes não fosse a divulgação recente da pesquisa da Fiocruz – logo que Momo começou a balançar a pança - levantando a hipótese de que o zika vírus pode ser transmitido pela saliva e urina. Ou seja: é proibido beijar, cuspir e fazer xixi na rua. E o que é o carnaval sem beijos na boca, sem a transgressão dos corpos, sem a euforia erótica, sem os fluídos dilacerantes da carne expostos em praça pública? No meio da farra, um mosquito decidiu cortar o barato de homenagem da alegria à fantasia e jogar o povo no angustiante drama da vida real.
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Dificilmente respondo a xingamentos de leitores. O sujeito que se oculta em falsos endereços de e-mail ou utiliza fakes para fazer ataques sombrios em resposta a um artigo ou comentário que volta e meia faço na imprensa só pode ser lelé da cuca. A luta é desigual. Escrevo livre e abertamente sobre o que penso. Não me escondo nem me enredo em subterfúgios retóricos para enfeitar o pavão. O leitor ofendido joga sujo e agride a partir do submundo. Logo de cara penso que ele tem medo, é um sujeito inseguro e autoritário.
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O governismo é a doença infantil da política. Essa postura ideológica é maior ou menor à medida que o Estado é mais ou menos aparelhado, ou quando o clientelismo e o patrimonialismo se amalgamam no aparelho burocrático de forma determinante, estabelecendo valores hierárquicos soberanos a partir de quem indica e nomeia apadrinhados partidários. Talvez seja por essa razão que as demandas em torno de realização de concursos públicos do funcionalismo sejam constantemente apresentadas como critério para superar as dificuldades criadas pelo governismo, formando um corpo de burocratas infenso às influências deletérias dos governantes (e seu grupo) de plantão.
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Um dos princípios fundamentais da República Federativa do Brasil é a dignidade do ser humano. Existência digna vem através do pleno exercício da cidadania, pelo trabalho, saúde, segurança, liberdade etc. Nos últimos dias, a televisão vem mostrando a penúria e a peregrinação dos doentes de câncer que dependem do sistema único de saúde (SUS). Quando se consegue o inicio do tratamento, o estado clínico do paciente já é grave. Em muitos casos, não mais há o que fazer, por culta exclusiva da saúde pública. A saúde é dever imediato do Poder Público perante quem dela necessite.
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A Lei Municipal nº 5.643 de Campo Grande (MS) garantido aos profissionais de educação física livre ingresso, gratuitamente, nas academias de ginástica para o acompanhamento de pessoas de quem sejam “personal trainer”, contraria várias normas constitucionais, dentre elas a da livre iniciativa, a da proteção da propriedade privada e até a que trata da competência legislativa, com o Município município legislando sobre direito civil e direito comercial, competência privativa da União. Qualquer academia pode ingressar na justiça contra esse abuso do Poder Público Municipal.
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Como fã que sou de artigos bem escritos, que tragam em seu bojo opiniões coerentemente defendidas, volta e meia me pego a ler o jornalista Dante Filho, contumaz articulista em nossa cidade. Em que pese a maioria de seus artigos versarem sobre o PSDB e sua visão neoliberal, todavia, seu texto é sempre bem escrito e coerente. Porém, sobre as críticas ao discurso da governadora em exercício Rose Modesto, um deve ter sido ouvido pelo articulista e outro por este que aqui escreve, que também estava lá.
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Arrecadar metade de tudo que a sociedade brasileira produz parece ser a nova meta dos poderes públicos nacionais! A Presidente Dilma inicia o ano propondo novo achaque a população e ao setor produtivo, com a proposta de recriação da CPMF -Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras! O Governo Federal não está sozinho no ataque aos bolsos da sociedade que produz. Grande parte dos Estados, inclusive Mato Grosso do Sul, aproveitou os dias finais do ano e na esteira da União também promoveram aumento de vários impostos.
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Não gosto de solenidades. Elas cansam. Causam mau humor. Matam a gente de fome e calor. Principalmente se o evento acontece no Palácio Popular da Cultura. Há vários anos o ar condicionado do auditório principal pifou e ninguém toma providências para mandar consertar. Pega mal para a imagem do Estado, como se diz. Na última segunda-feira, por conta da posse do advogado Mansour Karmouche no cargo de presidente das OAB-MS, enfrentei mais de três horas de discursos das autoridades presentes. Dever de ofício. Na verdade, não foram os pronunciamentos que me provocaram irritação – muitos deles me encantaram, outros me assombraram – e sim o ambiente sufocante.
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Felipe Orro (*)
Dante Filho (*)
Dante Filho (*)
Dante Filho (*)
Dante Filho (*)
Odilon de Oliveira (*)
Odilon de Oliveira Júnior (*)
Yves Drosghic (*)
Tereza Cristina (*)
Dante Filho (*)