Nasci no dia 23 de agosto de 1984, um ano marcado pelos últimos suspiros da ditadura militar e pelo maior movimento popular da história do Brasil, as Diretas Já, que exigia o retorno das eleições diretas para presidente da República e o fim do autoritarismo que vigorava desde o golpe de Estado de 1964. Dos momentos de efervescência nacional, lembro-me vagamente do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello (PRN), em fins de 1992, afastado por graves denúncias de corrupção no governo. Eu assisti, creio que no Fantástico, da Rede Globo, atrás do balcão da lanchonete de meus pais.
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O novo Código Comercial - discutido recentemente na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul - está há sete anos em tramitação, aliás, são duas propostas: uma em discussão no Senado e outra na Câmara. A primeira com 1.103 artigos e a segunda com 670. Esses números assustam qualquer empreendedor que atua ou pretende abrir um negócio no Brasil.
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Continuo a série de artigos que tratam, de forma breve, da história das administrações que o estado de Mato Grosso do Sul teve ao longo desses 40 anos de criação. O último texto, publicado no final de 2017, referiu-se ao segundo mandato de Marcelo Miranda Soares (PMDB/1987-1991). No entanto, como esse tipo de produção depende de minuciosa pesquisa, tive que fazer uma pausa para poder estudar mais e escrever sobre o período da história sul-mato-grossense que aqui apresentarei.
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As demandas da sociedade por efetivas políticas públicas de saúde aos pacientes com doenças raras vêm aumentando nos últimos anos. A ciência médica reconhece cerca de 8 mil doenças incomuns, 80% de origem genética. Considera-se “rara” a enfermidade que afeta até 65 pessoas por grupo de 100 mil habitantes. No Brasil, estima-se que existam 13 milhões de pessoas afetadas por uma dessas moléstias.
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Nesses anos difíceis, de profunda crise que o País atravessa, com as mais elevadas taxas de desemprego já registradas (mais de 14 milhões de trabalhadores brasileiros na fila por um emprego) a notícia da manutenção dos elevadíssimos salários e mordomias de toda ordem daqueles que encabeçam os poderes constituídos deste país, é estarrecedora, uma aberração, uma afronta à Nação e ao povo brasileiro.
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“A advocacia não é profissão de covardes”. Com esta afirmação, o advogado Heráclito Fontoura Sobral Pinto (1893-1991), árduo defensor dos direitos humanos e da democracia, engrandecia e encorajava a advocacia nacional, última trincheira na luta pelo retorno das liberdades durante a ditadura militar. Muito embora não mais estejamos sob um Estado de Exceção, o conteúdo do lema atribuído a Sobral Pinto se demonstra atualíssimo.
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"O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo". Realmente não é bobo o suficiente para acreditar que a Vênus Platinada manipula nossas vidas, como se fossemos meros marionetes. Isso é um exagero. Mas tirando os exageros das militâncias, há, sim, uma intervenção global no nosso cotidiano, seja para ditar uma tendência, vender alguma marca e até mesmo para atrapalhar a imagem de um político.
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O Brasil vive delicado momento. Não se trata apenas de crise política ou econômica, o que preocupa é a crise de firmeza de decisão, de rumos para o país. Talvez fosse este o momento de firmar posições, abandonar dogmas superados e adotar o modernismo administrativo. Fundamentado tal ideia em pesquisas e análises, vejo que seria oportuno buscar um modelo consentâneo com a globalização e aplicar o liberalismo, receita com a qual países de menor potencialidade superaram suas crises e atrasos.
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André Fredo (*)
Wagner Cordeiro Chagas (*)
Rafael Scaini (*)
João Polidoro (*)
Wagner Cordeiro Chagas (*)
Waldemir Moka (*)
José Lucas da Silva (*)
André Fredo (*)
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Luiz Carlos Borges da Silveira (*)