Prezado leitor(a), a partir desta semana inicio uma série de artigos relacionados aos processos eleitorais ocorridos no estado de Mato Grosso do Sul, tanto para governador, quanto para deputados estaduais, federais e senadores. A ideia é contribuir com novos conhecimentos a respeito da história de nosso estado, por meio de textos curtos e simples. Este é o primeiro e tem como objetivo apresentar como se deu a primeira eleição para Assembleia Legislativa de MS, e também para os representantes do estado na Câmara dos Deputados e Senado Federal, em 1978.
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Como se explica o enigma Bolsonaro? Lidera as pesquisas, principalmente quando Lula não aparece como candidato, mas o PR e o PRP acabam de recusar parceria com seu partido, o PSL, que esperava o apoio de uma onda bolsonarista com 100 deputados. Até agora este contingente não deu as caras. Qual a razão para o isolamento do capitão?
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O ano era 1994. O Brasil tinha uma nova moeda, o Real, criada pelo presidente Itamar Franco (PMDB) juntamente com a equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, que poucos meses depois renunciaria para ser o candidato do governo e do PSDB à Presidência da República. A população brasileira aos poucos começava a sentir o gosto de preços mais acessíveis de diversos produtos, mas ao mesmo ainda sofria com o desemprego, concentração de renda, entre outros problemas que há muito tempo a acompanhava.
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O poder no Brasil começa a beber em novas fontes. Expliquemos. Espraia-se pelo país um fenômeno que terá impacto sobre nossa modelagem democrática. A sociedade ganha mais pluralismo, a partir da organização de suas entidades de representação, e nessa onda ocorre maior distribuição de poder e consequente alargamento dos caminhos para a democratização social. As pedrinhas do dominó vão se tocando. A democratização da sociedade civil adensa e amplifica a democracia política. Caminhamos firmes nessa direção e a prova mais eloquente dessa tendência se verifica na formidável malha de centros de poder instituídos em todos os âmbitos e níveis( associações, movimentos, grupamentos etc).
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O futebol está se transformando em gigantesca passarela para exibição de uma coleção de tatuagens, cortes de cabelo, piercings em orelhas e pescoços, na esteira da expansão de uma estética esportiva que embala os competidores, motivando torcedores a endeusar seus ídolos não apenas pela qualidade técnica, mas pela maneira como se apresentam.
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Pode parecer exagero, mas pesquisas feitas após a vitória de Donald Trump atestam: o mega-empresário de topete agressivo e peito empinado ganhou por causa do muro. Sim, o que ele prometeu construir separando o México dos Estados Unidos para fechar fronteiras que mexicanos e outros grupos latinos usam para tentar a vida nos EUA. Pesquisas apontavam a questão migratória como a mais sensível para o eleitorado conservador republicano, suficiente para garantir vitória ao seu candidato.
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Ainda me lembro das antigas copas do mundo em que realmente se vibrava com o futebol. Não que o futebol brasileiro fosse tão bom quanto os outros, mas a disputa exacerbava algo que estava latente no povo brasileiro, o patriotismo. Milhares saíam às ruas para comemorar, torcer com as bandeiras nas janelas dos automóveis e mandar gritos de amor ao Brasil. Porém, isso foi se perdendo com o tempo. A tal ponto que hoje, o brasileiro, em razão de tanta desesperança e falta de patriotismo, tendo por quase vinte anos nossa bandeira brasileira substituída por uma bandeira vermelha, o Hino Nacional substituído por músicas partidárias compostas por marqueteiros esquerdistas em época de eleições, após tanta desventura política regada de corrupção vindo à tona, se cansou. Hoje não há mais copa do mundo vibrante exalando patriotismo, e sim decepção.
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Wagner Cordeiro Chagas (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Serkan Gedik (*)
Wagner Cordeiro Chagas (*)
Sérgio Longen (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Fernando Rizzolo (*)