Campo Grande, Domingo , 18 de Fevereiro - 2018


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Bolsonaro, Lula, Alckmin e Marina em fotos usadas pelo Correio Brasilizense no aplicativo que troca de gênero

O jornal Correio Braziliense resolveu neste fim de semana descontrair seu noticiário político aproveitando a onda do aplicativo que mostra como a pessoa seria se fosse do gênero oposto, que faz sucesso nas redes sociais, para mostrar como ficariam fotos dos presidenciáveis modificadas pelo app. Veja acima as fotos do "antes e depois" de Bolsonaro, Lula, Alckmin e Marina Silva e aqui no site do jornal a galeria que inclui Henrique Meirelles, Rodrigo Maia e Manuela D'Ávila.




Maia falou com a imprensa hoje no Rio: 'só vou tratar de qualquer emenda depois de ouvir o Supremo'

Postado por Marco Eusébio , 17 Fevereiro 2018 às 17:30 - em: Principal

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado que vai consultar o Supremo para saber se é possível ou não votar a reforma da Previdência enquanto houver intervenção federal no Rio de Janeiro. Embora a Constituição brasileira não permita que seu texto seja alterado enquanto algum Estado estiver sob intervenção da União, Maia avalia que a proposta de emenda (PEC) possa até ser votada, mas, não poderá ser promulgada, alterando a Constituição, enquanto vigorar a intervenção. Mesmo assim, acredita que o entendimento dos ministros do STF possa ser diferente e quer consultar a Corte antes de decidir colocar, ou não, a proposta em pauta. "Eu só vou tratar de qualquer emenda constitucional depois que eu discutir com o Supremo", disse o deputado à imprensa, após reunião convocada por Michel Temer para tratar da intervenção no Rio, no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, com o governador Luiz Fernando Pezão, o general interventor Braga Netto, e o prefeito Marcelo Crivella. (Com Agência Brasil)




Marun diz que sem reforma da Previdência projeto eleitoral de Michel Temer ficaria 'menos viável'

Postado por Marco Eusébio , 12 Fevereiro 2018 às 18:00 - em: Principal

Michel Temer é candidato a presidente da República? Indagado pelo jornal gaúcho Zero Hora, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo respondeu: "Sim, pode ser. Vai depender de muitas coisas, inclusive o Brasil que vamos ter no início de março. Seremos um Brasil em crescimento. Com a reforma, essa ascensão vai se tornar mais forte. Sem a reforma, tende a diminuir. Com a reforma, nosso projeto eleitoral se torna mais viável. Sem a reforma, nosso projeto se torna menos viável".
 
O jornal questionou: "Sem reforma, não é candidato?". Marun ponderou: "Não chegaria a ser tão fatalista. Pensamos que o grupo de partidos que apoia o governo tenha posição conjunta nas eleições. Pode apoiar um candidato do grupo, hoje estão postos o Rodrigo Maia (presidente da Câmara) e o Henrique Meirelles (ministro da Fazenda). Pode ser o presidente Temer. Hoje ele não quer, mas pode se animar, entendeu? Outra possibilidade é apoiar candidato de fora, que tenha visão de sociedade semelhante à nossa."
 
Leia aqui a íntegra no site GaúchaZH.



Alckmin foi elogiado por Temesr que diz preferir Meirelles no governo e crê que Maia buscará manter o comando da Câmara

Postado por Marco Eusébio , 11 Janeiro 2018 às 08:00 - em: Principal

Ao falar sobre os pretensos candidatos a ter o apoio do Planalto à sua sucessão, Michel Temer elogiou o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), disse que prefere Henrique Meirelles (PSD) continue sendo seu ministrto da Fazenda e afirmou que Rodrigo Maia (DEM-RJ) tende a buscar a reeleição à presidência da Câmara. As declarações feitas a Eliane Cantanhêde são o tema da manchete de hoje do jornal O Estado de S.Paulo. Para o presidente, o eleitor vai votar na "segurança e na serenidade" e vai "querer a continuidade, a manutenção do nosso programa de governo, que está recuperando a economia e a tranquilidade" nas eleições presidenciais deste ano.




Tereza Cristina posa para foto com ficha de filiação, ao lado de Mandetta, Rodrigo Maia e do líder do DEM Efraim Filho

Postado por Marco Eusébio , 19 Dezembro 2017 às 18:00 - em: Principal

Entre convites de Michel Temer para ingressar no PMDB e do deputado Rodrigo Maia (RJ) para se filiar ao Democratas, Tereza Cristina (MS) – que deixou o PSB por apoiar projetos de Temer na Câmara, contrariando decisões do partido – ficou com o presidente da Câmara. A filiação da deputada federal ao DEM ocorreu hoje na sala da liderança da sigla na Câmara, com a presença de Maia e do líder da bancada, deputado Efraim Filho (PB), que destacou a experiência da parlamentar que "já exerceu a liderança do PSB na Câmara e presidirá a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em 2018". Com Tereza, o partido, que já contava com Luiz Henrique Mandetta, presente hoje ao evento, passa a ter dois deputados dentre os oito de MS.




Henrique Meirelles tinha 5% das intenções de voto em março e agora tem 2%, mas insiste em ser candidato

Postado por Marco Eusébio , 29 Novembro 2017 às 10:15 - em: Principal

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, resolveu buscar de forma mais incisiva o apoio de Michel Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, à sua candidatura em 2018. Sua meta é se consolidar como o nome de uma pretendida aliança entre PMDB, DEM e partidos do Centrão. Meirelles estabeleceu piso de 5% nas pesquisas de intenção de voto em março como gatilho para se lançar na corrida. Hoje tem 2%, diz a Folha de S.Paulo.




Rodrigo Maia (DEM-RJ) desengavetou projeto do 'abuso de autoridade' que pode barrar investigações como as da Lava Jato

Postado por Marco Eusébio , 27 Outubro 2017 às 17:45 - em: Principal

Um dia depois de a Câmara derrubar a segunda denúncia contra Michel Temer, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criou ontem uma comissão para analisar o projeto de lei sobre abuso de autoridade, que foi aprovado no Senado e estava parado hvia seis meses na Casa. A proposta é vista por juízes e procuradores como tentativa de barrar operações como a Lava-Jato, pois visa a coibir supostos "exageros de autoridades" em apurações criminais, especialmente em relação às prisões preventivas e conduções coercitivas. 




Temer e Maia: clima desagradável na semana em que a CCJ vai analisar relatório sobre denúncia contra o presidente

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 09:00 - em: Principal

A semana em que a CCJ da Câmara vai analisar o relatório da segunda denúncia contra Michel Temer, começa com uma crise entre o peemedebista e o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) por causa da divulgação dos vídeos da delação de Lúcio Funaro provocou. No governo, conforme o Estadão de S.Paulo, a divulgação do material no site da Câmara foi visto como ação de Maia para tentar constranger o Palácio e mostrar descolamento. O episódio levou Maia a chamar de "incompetente" o advogado do presidente, Eduardo Carnelós, por ter criticado os "vazamentos criminosos". Ontem, Carnelós recuou e divulgou nova nota (leia aqui) dizendo não sabia que os vídeos estavam no site da Câmara e que "jamais" imputou a Rodrigo Maia "a prática de ilegalidade, muito menos crime".




Vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro não foram vazados: estão divulgados no site da Câmara dos Deputados

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:15 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Eunício, Cármen Lúcia, Temer, Raquel e Maia: só elas não são alvos de investigações da própria PGR

Postado por Marco Eusébio , 18 Setembro 2017 às 15:45 - em: Principal

A composição da mesa da solenidade da posse da nova procuradora-geral da República Raquel Dodge hoje pela manhã mostrou uma cena inusitada: a maioria dos cinco integrantes – o presidente da República Michel Temer e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia; e do Senado, Eucínio Oliveira – são alvos de pedidos de investigação da própria PGR ao Supremo. Só Raquel e a presidente do STF Cármen Lúcia não estão entre os alvos.