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Um dia depois de apresentar relatório, Marun desistiu de indicar Janot e pediu investigação ao Ministério Público Federal

Postado por Marco Eusébio , 13 Dezembro 2017 às 12:00 - em: Principal

A repercussão negativa ao relatório que apresentou à CPI da JBS ontem levou o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) a desistir hoje de propor o indiciamento de Rodrigo Janot e do ex-chefe de gabinete do ex-procurador da República, Eduardo Pelella. Marun, que amanhã toma posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo, disse hoje na reunião da CPI, que mudou de ideia depois de ouvir o deputado Fernando Francischini (SD-PR) e das declarações "não arrogantes" da atual titular da PGR, Raquel Dodge.Conforme O Globo, Francischini, que é delegado da Polícia Federal, teria explicado a Marun que para imputar crime a uma pessoa são necessários elementos mínimos sobre as faltas cometidas e indicados de autoria, que inexistem. Ontem, a Associação Nacional dos Procuradores da República repudiou o relatório (leia aqui). "Transformo o indiciamento do senhor Pelella e senhor Janot em pedido de investigação ao Ministério Público Federal", disse Marun hoje na reunião da comissão.




Em nota, ANPR diz que a CPMI mudou foco para retaliar os investigadores com intenção política de defender o governo

Postado por Marco Eusébio , 13 Dezembro 2017 às 10:15 - em: Principal

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) divulgou nota de repúdio à proposta do deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) de pedir, na CPI da JBS, o indiciamento de Rodrigo Janot e Eduardo Pelella. Conforme a nota, o documento apresentado "pelo deputado Carlos Marun não apresenta qualquer elemento probatório que aponte irregularidade no comportamento de Rodrigo Janot e de Eduardo Pelella", assinada pelo procurador regional da República, José Robalinho Cavalcanti, presidente da ANPR, e divulgada ontem. "A CPMI encerra os seus trabalhos comprovando, infelizmente, a parcialidade com que se firmou desde o início. Não ouviu nenhum dos políticos que foram indicados como participantes do esquema da JBS. Mudou o foco completamente para investigar e retaliar apenas os investigadores, mostrando que tinha a intenção meramente política de defesa do governo". Leia aqui a íntegra no site da associação.




Carlos Marun durante reunião da CPI da JBS hoje ao apresentar seu relatório em que pede o indiciamento de Rodrigo Janot

Postado por Marco Eusébio , 12 Dezembro 2017 às 12:15 - em: Principal

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), relator da CPI da JBS, entregou hoje aos deputados e senadores da comissão seu parecer final e anunciou que pediu o indiciamento do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e de seu ex-chefe de gabinete, o procurador Eduardo Pelella, por supostos crimes de abuso de autoridade, prevaricação e incitação "à subversão da ordem política ou social", previsto na Lei de Segurança Nacional. Para Marun, a cúpula da PGR, ao firmar o acordo de delação com executivos da JBS, visava depor o presidente Michel Temer e interferir na sucessão de Janot na PGR. "Em relação ao senhor Janot, houve muitas flechas lançadas ao ar com o objetivo derrubar o presidente", disse.
 
Marun também pede a anulação de provas, que ele considera ilegais, fornecidas por Joesley Batista, incluindo as conversas gravadas por ele com Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG). "São provas ilícitas obtidas sem autorização do Supremo Tribunal Federal", explicou. Para o relator, só podem serem consideradas provas lícitas as obtidas a partir de 10 de abril, quando o STF autorizou as chamadas operações controladas.
 
O relatório também pede o indiciamento o ex-procurador Marcello Miller, os irmãos Joesley e Wesley Batista, além do executivo do grupo J&F Ricardo Saud. O texto precisa ser aprovado na CPI para ser enviado ao Ministério Público Federal (MPF), que deve se pronunciar sobre as recomendações. Caso não aprove o parecer, a comissão deve apresentar um relatório paralelo. (Com Agência Câmara)



Rodrigo Janot saúda 'todas as tribos' em sua primeira postagem no Twitter, neste Dia de Finados

Postado por Marco Eusébio , 02 Novembro 2017 às 19:30 - em: Principal

Rodrigo Janot aproveitou o feriado para inaugurar seu perfil no Twitter hoje. Sua primeira postagem na rede social foi:
 
– "Saúdo todas as tribos do Twitter. Acompanharei aqui a luta de todos nós contra a corrupção no Brasil e em nossos vizinhos da América Latina.'
 
Em seguida, o ex-procurador-geral da República avisou:
 
– "Este é o meu perfil 'oficial'. Antes que perguntem, já respondo: não sou candidato a nenhum cargo eletivo. Sigo com a agenda anticorrupção."

Depois postou links de notícias dele falando sobre Gilmar Mendes e de matérias anunciando seu ingresso no Twitter.




Carlos Marun provoca a oposição: Cadê os adesivos 'Fora Temer'? Não existe pressão nenhuma'

Postado por Marco Eusébio , 24 Outubro 2017 às 14:30 - em: Principal

Às vésperas da votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) disse ao site O Antagonista ter "certeza" de que a oposição não tem nem perto dos 342 votos necessários para autorizar a investigação no Supremo, previu que o governo terá 278 votos (mais do que na denúncia anterior), ironizou dizendo não lembrar de vitória da oposição desde que Temer chegou ao governo e provocou: "Cadê os adesivos 'Fora Temer'? Não existe pressão nenhuma". O deputado também desqualificou a nova denúncia, a delação da JBS e o denunciante Rodrigo Janot e enalteceu a melhora na economia. 
 
Sobre ser chamado de "líder da tropa de choque" governista e sua fidelidade ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e hoje ao presidente Temer, Marun disse Cunha foi importante, pois "sem ele nós estaríamos ainda vivendo sob o jugo daquele governo nefasto que era o governo do PT" e acrescentou que prefere "aparecer na lista de pessoas fiéis do que na lista dos delatados". Sobre as eleições de 2018, Marun afirmou que poderia até votar em Sérgio Moro (caso o juiz se candidatasse), mas "de jeito nenhum" em Janot. Veja o vídeo da entrevista ao repórter Diego Amorim.




Dilma e Janot seriam eleitos hoje para as duas vagas de Minas ao Senado, diz Paraná Pesquisas

Postado por Marco Eusébio , 12 Outubro 2017 às 16:30 - em: Principal


Entrevista de Eduardo Cunha à Época repercute no Twitter após postagem do editor-chefe da revista Diego Escosteguy

Postado por Marco Eusébio , 30 Setembro 2017 às 11:45 - em: Principal

Na primeira entrevista desde que foi preso há quase um ano, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz à revista Época que está negociando delação com a Procuradoria Geral da República sob comando de Rachel Dodge e afirma que não aceitou fechar acordo com Rodrigo Janot, porque o ex-chefe da PGR queria derrubar Michel Temer. E acusa o doleiro Lúcio Funaro de mentir para conseguir benefícios da delação: “Se eu conseguisse derrubar o Michel, Janot aceitava. Não topei mentir, confirmar o Joesley. O Lúcio topou". 
 



Só Gilmar Mendes votou a favor da defesa de Temer hoje, que teve voto contrário até de Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente

Postado por Marco Eusébio , 20 Setembro 2017 às 18:30 - em: Principal

A maioria dos ministros do Supremo – sete dos onze – rejeitou hoje pedido da defesa de Michel Temer para que a nova denúncia de Rodrigo Janot contra o presidente não seja enviada à Câmara dos Deputados e devolvida para nova análise da Procuradoria-Geral da República,  agora sob comando de Raquel Dodge. O único voto a favor da defesa de Temer, até agora, foi o do ministro Gilmar Mendes, embora até Alexandre de Moraes, nomeado pelo peemedebista para o cargo, tenha sido contrário. Além de Moraes, votaram a favor do envio da denúncia à Câmara os ministros Edson Fachin (relator), Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O julgamento foi suspenso no fim da tarde e será retomado nesta quinta-feira para o voto dos ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia, presidente da Corte. A defesa de Temer alega que as provas apresentas por Janot contra Temer não seriam válidas, por haver suspeita de que os delatores foram orientados pelo ex-procurador da República Marcelo Miller, quando  ainda trabalhava na PGR, e pede o aguardo do fim das investigações.




Rodrigo Janot em entrevista ao Correio Braziliense: 'Não criminalizei a política. Criminalizei os bandidos'

Postado por Marco Eusébio , 20 Setembro 2017 às 17:00 - em: Principal

A delação do ex-senador Delcídio do Amaral foi um "divisor de águas" para a Lava Jato: "Ele gravou, os fatos eram gravíssimos, e era um senador, líder do governo", afirmou Rodrigo Janot em sua primeira entrevista depois de deixar o cargo de procurador-geral da República, concedida ao jornal Correio Braziliense, no quarto andar da sede da PGR em Brasília, onde funcionários trabalham para adaptar um amplo gabinete ao novo ocupante. "Um arco e flecha pendurado à parede divide o espaço com uma escultura de tuiuiu e com uma coleção de canetas — uma delas, em destaque, foi usada para assinar a delação premiada de executivos da Odebrecht" diz o jornal.
 
Rodrigo Janot parece alheio ao bombardeio que vem recebendo há meses. Até a transmissão de cargo à sucessora, Raquel Dodge, foi controversa: Janot não compareceu à cerimônia de posse. Na entrevista, o procurador federal explica a ausência: "Quem vai em festa sem convite é penetra".
 
Além da prisão de Delcídio, o ex-chefe do MP relata os bastidores de momentos importantes que marcaram a Lava-Jato: a morte do ministro Teori Zavascki, a “escolha de Sofia” na imunidade concedida ao empresário Joesley Batista em troca de provas contra Temer e as suspeitas envolvendo integrantes do próprio Ministério Público.
 
Janot deixou o cargo, mas não se afastou da turbulência. Pelo contrário. Ele sabe que, agora, começam de verdade os ataques, principalmente na CPI da JBS, comandada por aliados de Temer. "Vão tentar usar todo mundo e tudo contra mim… Tudo é possível, vão tentar desconstituir a figura do investigador", diz. "Não criminalizei a política. Criminalizei os bandidos", acrescenta.
 



Para evitar 'flechadas' de Rodrigo Janot, senador Renan Calheiros foi um dos que adiou depoimento aos federais

Postado por Marco Eusébio , 19 Setembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Mais um sinal que a troca de Rodrigo Janot por Raquel Dodge no comando da PGR é um alívio para a classe política. "Nas últimas semanas, a Polícia Federal teve dificuldades para marcar depoimentos de políticos investigados na Lava Jato. Um deles foi o senador Renan Calheiros (PMDB), suspeito de receber propina por negócios com a Petrobras. Ao alegar dificuldades de agenda, Renan conseguiu adiar o depoimento para depois da saída de Rodrigo Janot da PGR. Quis, assim, evitar nova 'flechada'", diz o jornalista Mateus Coutinho no blog Expresso da Época.