Campo Grande, Terça-Feira , 12 de Dezembro - 2017


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Telefones dos Correios em Campo Grande foram religados na quarta: sindicato acusa gestão política do PSD e PMDB

Postado por Marco Eusébio , 11 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

A Superintendência dos Correios em Mato Grosso do Sul ficou sem telefone por quase uma semana, religado na quarta-feira, e o "corte teria ocorrido por falta de pagamento" diz o Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de MS (Sintect-MS) em nota enviada à imprensa na sexta-feira anterior. A presidente do sindicato, Elaine Regina Oliveira, atribui os problemas à gestão política da ECT, cujos cargos de chefia no estado estariam ocupados por indicados do PSD, ligados segundo ela ao prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, e do PMDB, por meio do deputado e futuro ministro Carlos Marun. "A interferência política na empresa, em nível local assim como em nível nacional, tem acarretado o sucateamento dos Correios e isso chega a parecer premeditado para justificar a privatização", afirma Elaine.




Comitiva de MS votou unânime em Alckmin, eleito hoje presidente nacional do PSDB em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 15:30 - em: Principal

O governador Geraldo Alckmin (SP) foi eleito neste sábado presidente nacional do PSDB para os próximos dois anos, por 470 votos a favor, três contra e uma abstenção, na convenção da sigla, em Brasília. Sua principal missão será tentar fazer decolar sua segunda candidatura à Presidência da República em 2018. 
 
Para isso, Alcmin terá de buscar unificar o partido, que passou por séria crise interna neste ano. Desde maio, Aécio Neves (MG) se licenciou da presidência após o escândalo da gravação em que pede R$ 2 milhões a Joesley Batista da JBS, o PSDB esteve sob comando provisório de quatro vice-presidentes. Aécio, inclusive, foi vaiado hoje ao chegar na convenção do partido em Brasília.
 

Embora o governador Reinaldo Azambuja não tenha participado do evento, a comitiva de delegados tucanos de MS, que incluiu o presidente da sigla deputado estadual Beto Pereira, a deputada Mara Caseiro, a vice-governadora Rose Modesto e o secretário Eduardo Riedel, votou unânime no novo presidente. A fase de efeito de Alcmin ao assumir o comando do PSDB foi "indignação e coragem para mudar o Brasil". Veja o vídeo.




Indicado pelo PMDB para o cargo de ministro, Marun disse nesta tarde que ainda não recebeu convite de Temer

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 16:20 - em: Principal

Antonio Imbassahy (PSDB-BA) pediu hoje para deixar o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo, o que foi aceito pelo presidente Michel Temer. "Na carta que oficializa o pedido, Imbassahy escreveu que vai continuar contribuindo com a gestão Temer na Câmara. Ele reassumirá o mandato de deputado federal", diz Andréia Sadi em blog no G1. Em novembro, o Planalto chegou a anunciar no Twitter a posse do deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) no ministério da articulação política, mas acabou adiando a decisão. Consultado hoje pelo jornal O Globo, Marun respondeu: Eu acabei de saber que o Imbassahy pediu demissão, mas eu preciso esperar o presidente me fazer o convite. Não cabe a mim dizer se vou ser mesmo o ministro, estou esperando".




Geraldo Alckmin usará discurso de antipetismo, mas com acenos à eleitorado de esquerda

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 15:20 - em: Principal

O discurso de Geraldo Alckmin na convenção do PSDB será "antipetista de esquerda", diz o site O Antagonista citando a Folha de S.Paulo: 
 
"A tendência é a manutenção do antipetismo, ainda que haja acenos a um eleitorado mais à esquerda. Isso sugere que Alckmin mira a fatia do eleitorado que apoia Jair Bolsonaro por antipetismo, embora seja improvável que com isso atinja aqueles que dizem votar no pré-candidato por suas posições mais extremadas e antiestablishment. O governador, afinal, é uma figura tradicional da política."
 
E acrescenta:
 
"Sobre a parte 'presidencial' do discurso, o tucano deverá seguir a abordagem híbrida sugerida em documento coordenado por José Aníbal e endossada por Fernando Henrique Cardoso."
 
O Antagonista comenta:
 
"O hibridismo de Geraldo Alckmin, recomendado por FHC, é resultado do cruzamento de chuchu com melancia (verde por fora, vermelha por dentro)."



Nos bastidores políticos de MS, dizem que Bernal deve ficar preocupado com articulações de Dionízio em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 07 Dezembro 2017 às 13:15 - em: Principal

Alcides Bernal compartilhou via WhatsApp nesta semana notícia de que seu ex-aliado Chocolate foi barrado ao tentar subir no palco da convenção do PMDB que aclamou André presidente regional da sigla. Alguns políticos nos bastidores de Campo Grande, entretanto, advertem: o ex-prefeito deveria se preocupar menos com ex-vereador de "duzentos e poucos votos" e ficar atento aos vereadores bem votados, cuja insatisfação teria chegado em Brasília. Lá, seu outro rival, Elizeu Dionizio, agora titular da cadeira de deputado federal, estaria parlamentando com lideranças nacionais visando comandar o PP em MS. E tucanos não estariam torcendo o bico. Afinal, caso aconteça, o PSDB poderá ter como aliada em 2018 uma sigla que detém tempo invejável no horário eleitoral.




Beto Pereira conversa com Marun na convenção do PMDB, onde também esteve o vereador João César Mato Grosso (à direita)

Postado por Marco Eusébio , 02 Dezembro 2017 às 15:45 - em: Principal

A presença dos dois importantes dirigentes tucanos foi simbólica na convenção do PMDB que elegeu o ex-governador André Puccinelli à presidência para conduzir o partido nas eleições de 2018. Prestigiaram o evento o deputado estadual Beto Pereira, presidente regional do PSDB, e o vereador João César Mato Grosso, que preside a sigla na Capital.
 
Beto Pereira alegou à imprensa que estava ali como sinal de gratidão pelo apoio da bancada do PMDB ao governador Azambuja (PSDB) na Assembleia. Muita gente, entretanto, entendeu como um sinal de que os dois partidos poderão voltar a se unir nas eleições do ano que vem.
 
Para alguns, essa união seria improvável, já que o PMDB garante que terá candidatura própria à sucessão de Azambuja. Uma fonte bem informada, entretanto, confidenciou ao Blog que tal aliança, que já foi tradicional em outras eleições, pode, sim, vir a se repetir. "Se os principais cotados ao governo dos dois partidos não forem para a disputa".
 
Isso, só o tempo dirá.



Elizeu Dionízio sobre restrição de menores em eventos de arte: 'Não oferecemos censura, e sim proteção'

Postado por Marco Eusébio , 30 Novembro 2017 às 14:15 - em: Principal


Ao falar sobre projeto político para 2018 com siglas da base, Padilha disse que PSDB já anunciou saída

Postado por Marco Eusébio , 29 Novembro 2017 às 11:45 - em: Principal

O ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, disse hoje a jornalistas que considera o PSDB fora da base do governo. Questionado se o PMDB visa manter a aliança com o PSDB para a eleição de 2018, Padilha disse que o objetivo é costurar uma coalizão com partidos da base no Congresso. “Nós vamos fazer de tudo para manter a base de sustentação do governo e o projeto único de poder para 2018”, afirmou. "O PSDB não está mais na base do governo", emendou, dizendo que o "PSDB já disse que vai sair dia 9". Indagado sobre os três ministros tucanos - Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Luslinda Valois (Direitos Humanos) e Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Padilha destacou que eventuais saídas passam pela decisão de Temer. Conforme o noticiário nacional, Aloysio é o único que deve permanecer.




Com revoada dos tucanos, Marun fica mais próximo de assumir a Secretaria de Governo ocupada por Imbassahy

Postado por Marco Eusébio , 29 Novembro 2017 às 11:30 - em: Principal


Geraldo Alckmin será eleito presidente do PSDB e se fortalece como nome tucano para a Presidência

Postado por Marco Eusébio , 28 Novembro 2017 às 15:30 - em: Principal

O senador Tasso Jereissati (CE) e o governador Marconi Perillo (GO) retiraram ontem suas candidaturas à presidência do PSDB em favor do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que, com isso, deve será oficializado presidente na convenção nacional da sigla, no dia 9 de dezembro. Embora Alckmin se consolide como principal nome tucano para voltar a disputar as eleições presidenciais em 2018, apesar do aparente consenso, a imprensa paulista diz que ainda não há certeza se ele será aclamado candidato na convenção ou se ainda enfrentará disputa interna.