Campo Grande, Quarta-Feira , 18 de Outubro - 2017


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Temer em pronunciamento nesta tarde partiu para o ataque citando ex-braço direito de Rodrigo Janot

Postado por Marco Eusébio , 27 Junho 2017 às 15:15 - em: Principal

Michel Temer desqualificou em pronunciamento ao vivo nesta tarde a denúncia contra ele feita por Rodrigo Janot ao Supremo, em que o acusa de corrupção passiva como suposto destinatário da mala com 500 mil reais entregue pela JBS ao ex-deputado Rocha Loures, seu assessor. Ao lado de deputados, senadores aliados e ministros, Temer frisou que é da área jurídica e afirmou que a denúncia não tem embasamento jurídico nem provas concretas contra ele. Ironizando, o presidente afirmou que "reinventaram o código penal e incluiram uma nova categoria: a denúncia por ilação" e exemplificou: "Se alguém cometeu um crime e eu o conheço, ou tirei a foto ao lado de alguém, logo eu sou criminoso". Isso, afirmou, é um "predente perigosíssimo".

 

Para ilustrar, Temer partiu para o ataque citando o procurador Marcelo Müller, ex-assessor de Rodrigo Janot, deixou o Ministério Público "sem quarentena" para assessorar como advogado "empresa que faz delação premiada ao procurador-geral" (a JBS) e ganhou "milhões em poucos meses, o que talvez levaria décadas para poupar". Dizendo que se fizesse ilações, poderia dizer que esses milhões "talvez não fossem unicamente para o procurador de confiança", e emendou: "mas tenho responsabilidade, não farei ilações". Temer criticou em seguida o "senhor grampeador", Joesley Batista, que usou métodos questionáveis para homologar a delação e "conseguir o prêmio da impunidade" e disse que essa denúncia é "uma ficção".

 

Veja o vídeo.




Temer sobre Joesley da JBS: 'Lucrou milhões de dólares com a crise e não foi preso'

Postado por Marco Eusébio , 20 Maio 2017 às 14:15 - em: Principal

Michel Temer anunciou em pronunciamento neste sábado que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal suspensão do inquérito de delação de Joesley Batista, da JBS, à Lava Jato, "até que seja verificada em definitivo a autenticidade da gravação clandestina". Citando perícia encomendada e divulgada pela Folha de S.Paulo, que aponta edição na gravação da conversa com ele, apresentada por Joesley à Justiça, Temer apontou contradições na denúncia e atacou o empresário dizendo que Joesley, apesar da prática confessa de corrupção ativa por vários anos, "está livre e solto passeando pelas ruas de Nova Iorque" e ao que tudo indica "não deve ser preso".

"Graças a essa gravação fraudulenta e manipulada, especulou com a moeda nacional" (...) "antes de entregar a gravação comprou um bilhão de dólares, porque sabia que isso provocaria caos" para lucrar com a alta da moeda que disparou com a crise nacional, além de vender ações da empresa antes da queda na bolsa, "fatos que estão sendo apurados pela Comissão de Valores Imobiliários". Temer também falou que o Brasil saiu de sua "mais longa crise" em sua gestão e que este avanço não pode parar. Veja abaixo na íntegra o vídeo do pronunciamento.

 




Michel Temer repete que não autorizou compra do 'silêncio de ninguém' e que não vai renunciar

Postado por Marco Eusébio , 18 Maio 2017 às 15:30 - em: Principal

"Não renunciarei!" anunciou Michel Temer em curto pronunciamento sobre a denúncia da delação premiada do dono da JBS, Joesley Batista, que, com gravação, o acusa de ter avalisado a "compra do silêncio" de Eduardo Cunha, preso em Curitiba. Temer disse que tentou desde ontem conhecer o conteúdo da delação contra ele, "mas até o presente momento não o consegui".

Afirmou que seu "governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento" citando o otimismo na economia que melhorava e as reformas que avançavam no Congresso. Disse que a conversa citada por Joesley foi "gravada clandestinamente", e que todo o "imenso esforço de tirar o país de sua maior recessão pode se tornar inútil".

Reafirmou que nunca autorizou que se comprasse o "silêncio de ninguém", até porque, destacou, não tem "nada a esconder". Temer exigiu uma "investigação plena e muito rápida para esclarecimento ao povo brasileiro", salientando que essa situação de "dúvida não pode persistir por muito tempo". Por fim declarou: "Não renunciarei!"

Veja abaixo o vídeo:

 

 




Postado por Marco Eusébio , 18 Maio 2017 às 15:16 - em: Papo de Arquibancada

"Não renunciarei!" anunciou Michel Temer em curto pronunciamento sobre a denúncia da delação premiada do dono da JBS, Joesley Batista, que, com gravação, o acusa de ter avalisado a "compra do silêncio" de Eduardo Cunha, preso em Curitiba. Temer disse que tentou desde ontem conhecer o conteúdo da delação contra ele, "mas até o presente momento não o consegui".

Afirmou que seu "governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento" citando o otimismo na economia que melhorava e as reformas que avançavam no Congresso. Disse que a conversa citada por Joesley foi "gravada clandestinamente", e que todo o "imenso esforço de tirar o país de sua maior recessão pode se tornar inútil".

Reafirmou que nunca autorizou que se comprasse o "silêncio de ninguém", até porque, destacou, não tem "nada a esconder". Temer exigiu uma "investigação plena e muito rápida para esclarecimento ao povo brasileiro", salientando que essa situação de "dúvida não pode persistir por muito tempo".

Por fim declarou: "Não renunciarei!" Veja baixo o vídeo: