Campo Grande, Sábado , 24 de Junho - 2017


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Posts com a tag: policia-federal

Joesley Batista, de boné, ao deixar a sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 22 Junho 2017 às 09:00 - em: Principal

Dois policiais civis de São Paulo tiveram que dar explicações à Polícia Federal sobre o trabalho clandestino de segurança prestado a Joesley Batista. Os dois ficaram por mais de oito horas na Superintendência da PF, em Brasília, ontem, enquanto o empresário prestava depoimento em operações que apuram casos de fraudes e de corrupção. A lei proíbe que policiais façam esse tipo de serviço, mesmo em dias de folga. (Com Correio Braziliense) 



Cunha e Alves na época do poder: ex-presidentes da Câmara na mira da Operação Manus

Postado por Marco Eusébio , 06 Junho 2017 às 11:00 - em: Principal

Mais um figurão da política foi preso hoje, preventivamente, pela Polícia Federal, na Operação Manus, desdobramento da Lava Jato: Henrique Alves (PMDB-RN), ex-presidente da Câmara e ex-ministro de Turismo do governo Michel Temer. Na ação que apura desvio de verba para pagamento de propina na construção da Arena das Dunas, em Natal (RN), também foi preso o secretário de Obras da capital potiguar, Fred Queiroz, e uma ordem de prisão foi expedida contra  Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba. 
 
Em março, a PF revelou que Alves recebu mais de R$ 2 milhões em uma conta na Suiça. O ex-ministro disse que não sabia como o dinheiro havia parado lá. Agora, as apurações indicam que ele emprestou a conta para Cunha receber propina de contratos em obras públicas. O nome da operação, Manus, faz referência ao provérbio latino "Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat" (uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra). 
 
Dono de um dos sobrenomes mais tradicionais da política do Rio Grande do Norte, há quase três anos Henrique Alves tomou uma decisão que mudou seu destino político: após onze mandatos e 44 anos como parlamentar, abriu mão do cargo de deputado federal para disputar o governo de seu estado na certeza da vitória. Mas foi derrotado por Robinson Faria (PSD) no segundo turno. Sem mandato, perdeu o foro privilegiado, com o qual só poderia ter sido preso caso pego em flagrante. E complicou sua situação: Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, declarou ter dado R$ 2 milhões para ajudá-lo na campanha eleitoral, com promessa de vantagens futuras.



Temer e o então deputado Rocha Loures (PMDB-PR), seu ex-assessor especial, que foi preso hoje pela PF

Postado por Marco Eusébio , 03 Junho 2017 às 11:20 - em: Principal

A Polícia Federal prendeu hoje em Brasília o suplente Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da JBS, que ficou sem foro privilegiado ao desocupar a cadeira de deputado federal com a volta de Osmar Serraglio ao cargo nesta semana, após Temer substituí-lo por Torquato Jardim no Ministério da Justiça. O mandado de prisão preventiva solicitado por Rodrigo Janot foi assinado na noite anterior pelo relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin. 
 
No pedido, Janot diz que Loures é "verdadeiro longa manus do presidente", termo em latim que significa mãos longas, usando juridicamente para designar "executor de ordens" como oficiais de Justiça. Conforme as investigações, Loures seria "homem de confiança" de Temer na relação com empresas e recebimento de propinas. Ambos são suspeitos de organização criminosa, corrupção passiva e obstrução de justiça. 
 
Cezar Roberto Bitencourt, advogado de Loures, avalia que seu cliente foi "preso para delatar", mas prevê que ele vai se manter em silêncio. "Para que seria preso no sábado? Só pode ter sido preso para delatar", disse ao Correio Braziliense, frisando que a decisão sobre a prisão poderia ter sido decidida na próxima terça-feira, dia de sessão nas Turmas do STF que analisam questões penais como pedidos de prisão.



Michel Temer e o então deputado Rocha Loures (PMDB-PR) seu ex-assessor que foi preso hoje pela PF

Postado por Marco Eusébio , 03 Junho 2017 às 11:12 - em: Principal

A Polícia Federal prendeu hoje em Brasília o suplente Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da JBS, que ficou sem foro privilegiado ao desocupar a cadeira de deputado federal com a volta de Osmar Serraglio ao cargo nesta semana, após Temer substituí-lo por Torquato Jardim no Ministério da Justiça. O mandado de prisão preventiva solicitado por Rodrigo Janot foi assinado na noite anterior pelo relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin. 
 
No pedido, Janot diz que Loures é "verdadeiro longa manus do presidente", termo em latim que significa mãos longas, usando juridicamente para designar "executor de ordens" como oficiais de Justiça. Conforme as investigações, Loures seria "homem de confiança" de Temer na relação com empresas e recebimento de propinas. Ambos são suspeitos de organização criminosa, corrupção passiva e obstrução de justiça.
 
Cezar Roberto Bitencourt, advogado de Loures, avalia que seu cliente foi "preso para delatar", mas prevê que ele vai se manter em silêncio. "Para que seria preso no sábado? Só pode ter sido preso para delatar", disse ao Correio Braziliense, frisando que a decisão sobre a prisão poderia ter sido decidida na próxima terça-feira, dia de sessão nas Turmas do STF que analisam questões penais como pedidos de prisão.



Teori Zavascki: um dos delegados mortos hoje em Floripa investigava morte do ex-relator da Lava Jato

Postado por Marco Eusébio , 31 Maio 2017 às 11:00 - em: Principal

Dois delegados da Polícia Federal foram mortos à tiros na madrugada de hoje em uma casa noturna em Florianópolis (SC) numa briga com um comerciante que também foi baleado e está internado num hospital da cidade. Um dos delegados é Adriano Antônio Soares, de 47 anos, que comandava a PF em Angra dos Reis (RJ) e era o responsável pela investigação da morte do ministro Teori Zavascki em queda de avião na região, quando era relator da Lava Jato no Supremo. O outro delegado é Elias Escobar, de 60 anos. O comerciante ferido é Nilton Cesar Souza Júnior, de 36 anos. Os dois estavam na cidade para um curso da corporação. A Polícia Federal vai ajudar a Polícia Civil de SC na investigação.




Delegado Igor Romário de Paula citou que desdobramentos da Lava Jato vão atingir 17 estados

Postado por Marco Eusébio , 27 Maio 2017 às 12:20 - em: Principal

Ao falar sobre a redução da equipe da Polícia Federal no Paraná, o delegado da PF Igor Romário de Paula, coordenador da Lava Jato em Curitiba, tranquilizou quem cogitou que isso seria uma tentativa de minar a operação. Mas deve ter deixado muita gente preocupada Brasil afora ao revelar que a maioria dos estados vai receber desdobramentos da Lava Jato. "Eu não vejo indícios de qualquer tipo de influência para tentar barrar a investigação aqui [em Curitiba]. Vejo limitação em função da disseminação da investigação. São 17 Estados que vão receber desdobramentos. Realmente, fica difícil continuar recebendo gente para cá", afirmou. Como o delegado não disse quais são esses estados, a preocupação deve ser generalizada.




Aécio Neves: situação do tucano se complica com documentos apreendidos pela Polícia Federal

Postado por Marco Eusébio , 26 Maio 2017 às 19:00 - em: Principal

A Polícia Federal encontrou "comprovantes de depósitos e anotações manuscritas, dentre elas a inscrição CX 2" – que seria referência a caixa 2 – em apreensões nas residências e no gabinete de Aécio Neves (PSDB-MG) durante a Operação Patmos, deflagrada no dia 18. Esses documentos estavam no apartamento do senador afastado na Avenida Vieira Souto, endereço elegante do Rio de Janeiro. Nos endereços foram apreendidos também celulares, obras de arte, documentos e anotações sobre a Construtora Norberto Odebrecht e o empresário Joesley Batista, da JBS; um aparelho bloqueador de sinal telefônico, uma escultura e 15 quadros – um com a inscrição “Portinari".
 
No gabinete do tucano no Senado foram apreendidas cópias de uma agenda de 2016 com os nomes de Joesley e da irmã de Aécio, Andrea Neves, presa na operação; e uma "folha manuscrita contendo dados do CNO (Construtora Norberto Odebrecht)". Há ainda um "papel manuscrito contendo anotações citando o ministro Marcelo Dantas", em uma possível indicação ao ministro do STJ Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, investigado na Lava Jato. 
 
A lista inclui "folhas impressas no idioma aparentemente alemão, relativo a Nobert Muller". Norbert Muller e a esposa Christine Puchmann são doleiros que já foram investigados na Justiça Federal do Rio, na Operação Norbert. O casal, conforme essas investigações, seria responsável por criar e manter contas bancárias em Liechtenstein, paraíso fiscal na Europa. Na investigação havia uma referência a Inês Maria Neves Faria, mãe de Aécio. Os doleiros foram denunciados, mas o inquérito foi arquivado.
 
O senador cassado Delcídio Amaral (MS), em sua delação premiada, relatou ter ouvido de José Janene – ex-líder do PP, morto em 2010 – que Aécio era beneficiário "de uma fundação sediada em um paraíso fiscal, da qual ele seria dono ou controlador de fato e que essa fundação seria sediada em Liechtenstein" e "que o declarante não sabe precisar, mas ao que parece, a fundação estaria em nome da mãe ou do próprio Aécio Neves". (Com Veja e Estadão)



Em blog no site da Veja, Reinaldo Azevedo anuncia que rompeu contrato com a revista

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 14:30 - em: Principal

Conhecido por ácidas críticas ao PT desde o início do governo Lula, o jornalista Reinaldo Azevedo pediu demissão da revista Veja nesta semana, após o vazamento de uma conversa telefônica dele com a irmã de Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, cujo telefone estava grampeado pela Polícia Federal na investigação contra o senador. O site "BuzzFeed" vazou o diálogo em que Azevedo chama a Veja de “nojenta” por uma reportagem de capa sobre pagamento de propina a Aécio em Nova Iorque, em uma conta em nome de Andrea. Na conversa, Azevedo também diz que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, é pré-candidato ao governo de Minas Gerais.
 
O jornalista não é alvo de investigação e as gravações não têm indícios de crime, o que gerou críticas contra a Procuradoria Geral da República (PGR) e à PF de entidades de imprensa. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou, em nota, que vê com preocupação a violação de sigilo de fonte pela PGR. "A Lei 9.296/1996, que regula o uso de interceptações telefônicas em processos, é clara: a gravação que não interesse à produção de provas em processo deve ser destruída. O próprio Ministério Público, aliás, é que deveria cuidar para que isso aconteça", diz o comunicado. Nas redes sociais, jornalistas e políticos, inclusive desafetos de Azevedo, criticaram o vazamento.
 
 
O colunista Flávio Ricco, do portal UOL, divulgou que Reinaldo Azevedo também vai deixar a rádio Jovem Pan, de São Paulo, onde apresentava o programa "Pingos nos Is", mas continuará o seu trabalho de comentarista no "Rede TV! News".



Viatura da Polícia Federal em frente a casa do ex-prefeito Léo Matos em Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 13:20 - em: Principal

Alvo da segunda fase da Operação Tarja Preta deflagrada hoje da Polícia Federal, que investiga suposto esquema de desvio de medicamentos da Prefeitura de Naviraí para venda em farmácias da região, o ex-prefeito da cidade, Léo Matos, afirma que "não deve nada" à Justiça e que espera a apuração dos fatos para que seja provada sua inocência. Pela manhã, agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa de Léo Matos em Campo Grande, onde desde o início do ano ele atua como assessor especial da Prefeitura da Capital, nomeado pelo novo prefeito Marquinhos Trad (ambos do PSD). Farmácias de Naviraí e de Caarapó e a residência de outro investigado, cujo nome não foi divulgado, também foram alvo das buscas.

Consultado, Léo Matos disse aqui ao Blog que a investigação se refere "a uma foto divulgada em um grupo de WhatsApp" do antiviral Tamiflu, indicado contra gripe H1N1, à venda em uma farmácia no Paraguai, no ano passado, quando Naviraí registrou sete óbitos pela doença. "A cidade eatava desesperada. Todos buscavam vancinas em outras cidades, estados e até no Paraguai. Essas fotos nao foram tiradas por mim e hoje tentam imputar um crime a mim", afirmou Matos.




Agnelo, Tadeu e José Roberto Arruda, presos hoje na Operação Panatenaico pela Polícia Federal

Postado por Marco Eusébio , 23 Maio 2017 às 12:15 - em: Papo de Arquibancada

A Polícia Federal prendeu hoje os ex-governadores do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice governador Tadeu Filippelli, atual assessor especial de Michel Temer. A operação Panatenaico investiga fraude e desvio de recursos na obra de reforma que praticamente reconstruiu o Estádio Mané Garrincha para Copa do Mundo de 2014. Orçada em cerca de R$ 600 milhões, a obra custou R$ 1,575 bilhão em 2014, colocando a arena como a mais cara entre as doze cidades-sede da Copa. A obra causou prejuízo de R$ 1,3 bilhão para a Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap) que financiou o projeto. A operação decorre da delação premiada de executivos da Andrade Gutierrez, que, com a Via Engenharia, ganhou a licitação para a obra. 
 
O NOME DA OPERAÇÃO é uma referência ao Stadium Panatenaico, sede dos jogos panatenaicos, realizados na Grécia Antiga bem antes dos jogos olímpicos. Essa arena usada pelos helênicos, tida como uma das mais antigas do mundo, remonta à época clássica, quando estádio ainda tinha assentos de madeira. A construção foi toda remodelada em mármore, por Arconte Licurgo, no ano 329 a.C. e foi ampliado e renovado por Herodes Ático, no ano 140 d.C., com uma capacidade de 50 mil assentos.