Campo Grande, Terça-Feira , 17 de Outubro - 2017


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Depois de ter o número de seu telefone divulgado, Michel Temer usou o Twitter para brincar com ligação de repórter

Postado por Marco Eusébio , 17 Outubro 2017 às 17:20 - em: Principal

– "Quando atender o telefone, não diga alô. Diga Alô, Temer", escreveu o Michel Temer hoje em seu perfil oficial no Twitter, brincando com o episódio em que recebeu telefonema do repórter do jornal O Globo, Vinícius Sassine, depois que o número do celular dele foi divulgado na agenda do telefone de seu ex-ministro Geddel Vieira Lima pelo site da Câmara (leia aqui). Temer também divulgou na rede social um vídeo com foto dele ao telefone e o áudio do telefonema. Veja:




Temer atendeu telefone de repórter de O Globo, tentou disfarçar, mas depois admitiu ser ele que estava falando

Postado por Marco Eusébio , 17 Outubro 2017 às 09:00 - em: Principal

O número do celular de Michel Temer, que estava na agenda do iPhone de seu ex-ministro Geddel Vieira Lima, foi divulgado no site da Câmara dos Deputados, para onde foi enviado com outros documentos da denúncia contra o presidente, como os vídeos de Lúcio Funaro. O repórter Vinícius Sassine, do jornal O Globo, ligou para o número ontem e Temer atendeu. Questionado se o telefone era do Planalto, o presidente tentou disfarçar, muito mal, dizendo "não é daqui". E pediu para ligar para a dona Nara, no gabinete. O repórter indagou se estava falando com o presidente e ele admitiu. Temer encerrou a ligação ao ser questionado sobre a carta que enviou ontem aos deputados, dizendo ser alvo de uma conspiração ao falar da denúncia de Rodrigo Janot. Ouça abaixo trecho do telefonema.





Portaria de Ronaldo Nogueira diz que só ministro do Trabalho pode divulgar lista de quem pratica trabalho escravo

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 14:45 - em: Principal

Acuado sob nova denúncia contra Michel Temer em análise da CCJ da Câmara, o governo federal atendeu hoje um atendimento pedido da bancada ruralista no Congresso: criou regras que, na prática, dificultam a fiscalização e punição de empregadores flagrados cometendo trabalho escravo. Em portaria publicada nesta segunda-feira, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, determinou que a "lista suja" com nomes de empregadores autuados por esse tipo de crime só será divulgada "por determinação expressa" dele ou de quem estiver como titular da pasta. Antes, essa atribuição era da área técnica. A portaria traz ainda novos conceitos de práticas ligadas ao trabalho análogo à escravidão. Para que sejam caracterizadas a jornada excessiva ou a condição degradante, por exemplo, agora terá que haver a restrição de liberdade do trabalhador. Isso contraria entendimento firmado há mais de 10 anos de que o cerceamento ostensivo do direito de ir e vir não está vinculado obrigatoriamente à jornada exaustiva e ao trabalho degradante, mas apenas ao trabalho forçado e à servidão por dívidas, outras condições ligadas ao delito de redução à condição análoga à de escravo previsto no Código Penal. (Com O Globo)




Carlos Marun, que estava fora do País, diz que está de volta nesta segunda-feira com as 'baterias recarregadas'

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 11:00 - em: Principal

Deputado da base aliada de Michel Temer que mais apareceu na imprensa nacional durante a primeira denúncia da PGR no Supremo contra o presidente, o sumiço de Carlos Marun (PMDB-MS) da mídia nestes dias que antecedem a votação da Câmara sobre a segunda denuncia contra o peemedebista causa estranheza. Neste domingo que expirou o feriadão prolongado, perguntei ao Marun a causa de seu "desaparecimento" e o deputado respondeu ao Blog: "Estive fora do País a semana inteira. Fui muitíssimo procurado, neste fim de semana, por praticamente todos os jornais, e as TVs Globo e Band. Nesta segunda-feira estou de volta, com as baterias recarregadas".




Temer e Maia: clima desagradável na semana em que a CCJ vai analisar relatório sobre denúncia contra o presidente

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 09:00 - em: Principal

A semana em que a CCJ da Câmara vai analisar o relatório da segunda denúncia contra Michel Temer, começa com uma crise entre o peemedebista e o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) por causa da divulgação dos vídeos da delação de Lúcio Funaro provocou. No governo, conforme o Estadão de S.Paulo, a divulgação do material no site da Câmara foi visto como ação de Maia para tentar constranger o Palácio e mostrar descolamento. O episódio levou Maia a chamar de "incompetente" o advogado do presidente, Eduardo Carnelós, por ter criticado os "vazamentos criminosos". Ontem, Carnelós recuou e divulgou nova nota (leia aqui) dizendo não sabia que os vídeos estavam no site da Câmara e que "jamais" imputou a Rodrigo Maia "a prática de ilegalidade, muito menos crime".




Em nota, advogado se retrata dizendo que não sabia que vídeos de Funaro foram divulgados no site da Câmara

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:30 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro não foram vazados: estão divulgados no site da Câmara dos Deputados

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:15 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Tereza diz que vai esperar a reunião do PSB antes de se posicionar: 'O que tem de bom na política é o diálogo. Nada é impossível'

Postado por Marco Eusébio , 13 Outubro 2017 às 17:00 - em: Principal

O diretório nacional do PSB vai se reunir na segunda-feira em Brasília e deve decidir pela expulsão de quatro deputados federais que se mantém fiéis a Michel Temer, à revelia do partido, que desde maio integra a oposição ao governo: Tereza Cristina (MS), Fernando Coelho Filho (PE) licenciado como ministro de Minas e Energia, Danilo Forte (CE) e Fabio Garcia (MT). A pressa em expulsar os rebeldes, divulga hoje o Correio Braziliense, é porque Danilo Forte e Fábio Garcia são titulares da CCJ e devem acompanhar o voto do relator Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela rejeição à segunda denúncia da PGR contra Temer na Câmara. E Tereza, também apoiadora de Temer, como líder da bancada, poderá substituí-los na comissão. Em abril, contra decisão do PSB, os três votaram a favor da reforma trabalhista do governo Temer. Consultada, a sul-mato-grossense disse ao jornal que, embora considere "muito difícil" permanecer no PSB, vai esperar a reunião para se posicionar. "Essa reunião é açodada. Precisava ter mais conversa, o que tem de bom na política é o diálogo. Nada é impossível", afirmou.




Cesare Battisti ao ser preso em Corumbá: italiano será extraditado por Temer caso STF não conceda habeas corpus

Postado por Marco Eusébio , 11 Outubro 2017 às 16:00 - em: Principal

O governo de Michel Temer decidiu revogar a condição de refugiado do italiano Cesare Battisti e extraditá-lo para seu país de origem, mas vai esperar o Supremo decidir se concederá ou não um habeas corpus preventivo ao italiano, solicitado por sua defesa. As informações foram divulgadas hoje no site da Folha de S.Paulo. Condenado à prisão perpétua na Itália, acusado de assassinatos e terrorismo nos anos 70 como ativista do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Battisti vive no Brasil como refugiado, condição concedida a ele pelo governo Lula. Sob risco de extradição, foi preso na semana passada em Corumbá (MS) tentando entrar na Bolívia e teve sua prisão preventiva decretada pelo juiz federal de Campo Grande, Odilon de Oliveira. No dia seguinte, o desembargador José Marcos Lunardelli, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que mandou soltar o italiano, alegando que ele teria visto de permanência no Brasil e não seria mais refugiado.




Assessoria diz que exames de Temer não constataram nenhum problema e o médico do presidente não quis falar do assunto

Postado por Marco Eusébio , 11 Outubro 2017 às 09:00 - em: Principal

Michel Temer está com uma obstrução parcial em uma artéria coronária e deverá ser submetido a um cateterismo nos próximos dias. O presidente, de 77 anos, cogitou a fazer o procedimento na sexta-feira, mas optou por adiar a desobstrução da artéria para depois da votação da denúncia contra ele na Câmara, que deve ocorrer até o fim do mês. As informações são da TV Globo. A emissora diz que, procurado, o Planalto declarou que Temer goza de perfeita saúde e que, nos exames, "não foi constatado nem reportado ao presidente nenhum problema". A assessoria da Presidência disse ainda que, se houver alguma informação diferente da oficial, a pessoa credenciada a falar sobre o assunto é o médico particular do presidente, Roberto Kalil Filho, que, conforme a Globo, não quis se manifestar sobre o assunto.