Campo Grande, Segunda-Feira , 11 de Dezembro - 2017


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Michel Temer participa em Buenos Aires de reunião da OMC que visa concluir acordo de comércio do Mercosul e União Européia

Postado por Marco Eusébio , 10 Dezembro 2017 às 13:00 - em: Principal

Carlos Marun, que na próxima quinta-feira em Brasília assumirá o cargo de ministro chefe da Secretaria de Governo e será responsável pelas articulações políticas com o Congresso, integra a comitiva de Michel Temer que participa neste domingo em Buenos Aires da 11ª Reunião Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), onde espera-se que seja concluído o acordo de comércio entre Mercosul e União Europeia. Além de Marun, Temer convidou o relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), visando aproveitar a viagem e debater a estratégia para votar o texto neste ano. Ao blog do Gerson Camarotti, da Globo.Com, Marun defendeu a proposta do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de iniciar os debates sobre a reforma já na quinta-feira. "O ambiente é favorável, a contabilidade tem aumentado a favor da reforma da Previdência, mas é preciso agora criar uma onda a favor da reforma".




Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 21:15 - em: Principal


Marun informou aos seus contatos do WhatsApp que foi convidado por Temer e confirmou a posse para a próxima quinta-feira

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 20:30 - em: Principal

Agora é oficial. Após conversar com o presidente Michel Temer, Carlos Marun (PMDB-MS) acaba confirmar o convite para ser ministro-chefe da Secretaria de Governo. O deputado acaba de enviar a seguinte mensagem para seus contatos no WhatsApp: "Amigos, o presidente Temer me convidou há pouco para exercer a função de ministro da Secretaria de Governo. A posse será na próxima quinta-feira. Agradeço as manifestações de apoio e apreço já recebidas."




Depois de falar do 'balcão de negócios' de Michel Temer, general Mourão vai atuar na Secretaria-Geral do Exército

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 17:45 - em: Principal

Após a repercussão das críticas que fez ao presidente Michel Temer em palestra na quinta-feira à noite em Brasília, o general Antonio Hamilton Martins Mourão foi afastado da chefia da Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Agora, vai trabalhar na Secretaria-Geral do Exército. Na palestra no Clube do Exército, Mourão afirmou que Temer vai conduzindo seu mandato "aos trancos e barrancos", e se equilibrando graças a um "balcão de negócios" para chegar ao fim do mandato (veja aqui em vídeo). Na ocasião, além de tecer elogios a Jair Bolsonaro e críticas a Lula, o general informou que irá para a reserva no 31 de março de 2018, data do golpe militar de 1964. Hoje pela manhã, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, postou no Twitter que falou com o comandante do Exército, general Villas Boas, sobre o caso.




Lula e Bolsonaro lideram as pesquisas, que mostram só um cenário atual em que novos nomes podem surgir ou desaparecer

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 13:20 - em: Principal

Faltando pouco menos de um ano para as eleições, pesquisas estão longe de prever o cenário de 2018 conforme especialistas. De olho no Planalto, figuras conhecidas como Lula e Jair Bolsonaro estão há mais de um ano viajando pelo Brasil para consolidar suas candidaturas. Não à toa, os dois lideram a preferência do eleitorado.
 
A mais recente pesquisa Datafolha apontou que, dependendo dos candidatos, Lula varia de 34% a 37% e Bolsonaro tem, em média, 18%. Porém, o que chama a atenção são outros números. O Datafolha aponta que, na espontânea, sem citar candidatos, 46% dos eleitores não demonstra preferência por ninguém. Lula é citado por 17% (tinha 18% em setembro), e Bolsonaro por 11% (tinha 9%). Com 1% cada aparecem Ciro, Marina, Alckmin, Álvaro Dias e Temer. Os demais não atingiram sequer 1%. 
 
"Se você tem quase 50% dos eleitores que da sua própria cabeça não podem citar um candidato de sua preferência, isso é muito prejudicial ao próximo passo da simulação, que é de mostrar o cartão com os nomes dos candidatos. Uma coisa é muito destoante da outra", analisa o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer. 
 
O especialista diz que as pesquisas não servem de real parâmetro para as eleições, pois só retratam o atual momento. Nos próximos meses, afirma, novas candidaturas podem surgir e outras desaparecer, como no caso de Lula, que se for condenado em segunda instância pelo TFR4 será barrado pela Lei da Ficha Limpa.
 
O escritor e cientista político Bruno Garschagen cita levantamento do Ibope, divulgada no fim de outubro, e avalia que o cenário está "basicamente sendo construído pelos institutos de pesquisas". Para Garschagen, "o que a gente tem hoje, é mais um termômetro daquilo que os institutos de pesquisas acham e, depois, o que a população acha a respeito daqueles candidatos. É tudo muito prematuro", declarou.
 
Historicamente, o brasileiro demora a escolher seus candidatos. Em julho de 2014, por exemplo, 55% dos eleitores não sabiam dizer em quem votariam. Bruno Garschagen diz que um dado mais "robusto" e "fiel" da realidade só será alcançado em meados de março ou abril do ano que vem, uma vez que "o quadro de candidatos já estará mais claro, inclusive para a população".
 
(Com João Paulo Machado, da Agência do Rádio)



General Mourão diz que Temer conduz o país com 'balcão de negócios' e vê com 'bons olhos' candidatura de Bolsonaro

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 10:30 - em: Principal

Depois de defender intervenção miliar no país em setembro, o general Antônio Hamilton Mourão, secretário de Economia e Finanças do Exército, voltou a virar notícia depois de fazer duras críticas ao presidente Michel Temer, em palestra promovida pelo grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), no Clube do Exército, em Brasília, na noite de quinta-feira. Na ocasião, Mourão afirmou que estamos vivendo uma "sarneyzação" e que Temer vai "aos trancos e barrancos buscando se equilibrar e, mediante um balcão de negócios, chegar ao final de seu mandato". No final, ao responder perguntas da plateia, disse que a candidatura de Jair Bolsonaro agrada as Forças Armadas. Para Mourão, o capitão da reserva é um político testado, que nunca se meteu em falcatruas e confusões. "Obviamente, nós, seus companheiros dentro das forças, olhamos com muito bons olhos a candidatura do Bolsonaro", disse. Veja o trecho do vídeo com críticas a Temer.




Consultado, Marun respondeu pelo WhatsApp ao Blog que ainda não conversou com Temer, que está em São Paulo

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 20:00 - em: Principal

Embora a imprensa nacional tenha divulgado que Michel Temer já confirmou à bancada do PMDB que ele será o novo ministro-chefe da Secretaria de Governo, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) acaba de responder aqui ao Blog, via WhatsApp, que ainda não conversou com o presidente e, por isso, por enquanto, não vai se pronunciar sobre o assunto.

Marun escreveu:

– "Não recebi o convite oficial. O presidente está em São Paulo. Sou vou falar a respeito se e quando o convite acontecer."




Michel Temer entregará comando das relações políticas do Planalto com o Congresso a Carlos Marun

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 16:45 - em: Principal


Michel Temer entregará comando das relações políticas do Planalto com o Congresso a Carlos Marun

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 16:45 - em: Principal


Indicado pelo PMDB para o cargo de ministro, Marun disse nesta tarde que ainda não recebeu convite de Temer

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 16:20 - em: Principal

Antonio Imbassahy (PSDB-BA) pediu hoje para deixar o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo, o que foi aceito pelo presidente Michel Temer. "Na carta que oficializa o pedido, Imbassahy escreveu que vai continuar contribuindo com a gestão Temer na Câmara. Ele reassumirá o mandato de deputado federal", diz Andréia Sadi em blog no G1. Em novembro, o Planalto chegou a anunciar no Twitter a posse do deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) no ministério da articulação política, mas acabou adiando a decisão. Consultado hoje pelo jornal O Globo, Marun respondeu: Eu acabei de saber que o Imbassahy pediu demissão, mas eu preciso esperar o presidente me fazer o convite. Não cabe a mim dizer se vou ser mesmo o ministro, estou esperando".