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Major Olímpio teve morte cerebral confirmada hoje pela assessoria

Morreu hoje, aos 58 anos, o senador Sérgio Olímpio Gomes, o Major Olímpio (SP), líder do PSL no Senado, vítima de covid-19. "Com muita dor no coração, comunicamos a morte cerebral do grande pai, irmão e amigo, Senador Major Olimpio. Por lei a família terá que aguardar 12 horas para confirmação do óbito e está verificando quais órgãos serão doados", informou há pouco o perfil oficial do senador no Twitter. Policial militar, Olímpio foi deputado estadual por São Paulo, estava internado desde o início do mês no Hospital São Camilo, na capital paulista. "Estou sem chão. Perdi um irmão. Perdi um amigo, um grande exemplo de retidão. O Covid calou mais uma voz, uma grande voz. Está doendo muito! Que a família tenha paz.", escreveu no Twitter a senadora Soraya Tronicke (PSL-MS) que, como foi aqui divulgado, participou de reunião de cinco senadores no fim de fevereiro, uma semana antes de três deles, incluindo Olímpio, testarem positivo para covid. O site Congresso em Foco diz que pelo menos quatro funcionários do gabinete do Major Olímpio também testaram positivo para o novo coronavírus e um segue em estado grave.





Alessandro Vieira, Girão, Soraya, Major Olímpio e Lasier em reunião no dia 23 de fevereiro

Uma semana depois de cinco senadores se reunirem em Brasília para discutir a CPI da Lava Toga, três deles anunciaram ontem que testaram positivo para covid-19 informa o Estadão: Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Lasier Martins (Podemos-RS) e Major Olímpio (PSL-SP). O encontro também contou a senadora Soraya Tronicke (PSL-MS) e o senador Eduardo Girão (Pode-CE). Conforme o jornal, os gabinetes de Soraya e de Girão informaram na tarde de ontem que eles não apresentaram sintomas da doença e deveriam ser testados em breve. O gabinete de Girão informou ainda todos usaram máscaras protetivas na reunião.





Kajuru e Simone: senador goiano declarou apoio a sul-mato-grossense, além de Lasier Martins e Major Olímpio

Indicação de Marzano para delegação brasileira na ONU foi rejeitada por 37 votos a 9

Major Olímpio foi contido por seguranças e colocado para fora do Dope durante discussão com Doria hoje

Seguranças tiveram de apartar o senador Major Olímpio (PSL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que trocaram insultos em evento hoje na sede do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) na capital paulista. A confusão começou quando Olímpio interceptou a chegada de Doria ao evento, sentando no carro oficial do governo e gritando palavras de ordem ao lado do deputado federal Coronel Tadeu (PSL). O governador deixou o carro e entrou a pé no local, chamado de "fujão" pelo senador, que acabou colocado para fora por seguranças. Olímpio alegou à imprensa que foi chamado por policiais que tinham sido obrigados a ficar desde as 7h no local esperando Doria para fazer imagens com ele. Em nota da assessoria, Doria disse que está "preocupado com a saúde dos brasileiros de São Paulo" e que o senador "deveria honrar o seu mandato e fazer o mesmo". No Twitter, o Major Olímpio postou um vídeo da confusão e Doria postou um vídeo da visita, sem citar o bate-boca com o senador. Veja abaixo.





Flávio Bolsonaro pediu desfiliação do PSL que reelegeu hoje Luciano Bivar como presidente

Senador Major Olímpio, líder do PSL: 'se os três ficassem três anos fora do Brasil, o presidente ia avançar em muito'

Líder do PSL, Major Olímpio, acredita conseguir maioria pelo Coaf com Moro; Simone Tebet diz que resultado é imprevisível
Após as manifestações deste domingo, senadores falam em manter o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Justiça sob comando de Sérgio Moro. O projeto de conversão da MP 870, que trata da reforma administrativa do governo, será votado nesta terça-feira no Senado. Caso seja alterada a decisão da Câmara que devolveu o Coaf ao Ministério da Economia, a matéria terá de voltar à analise dos deputados, e o governo teme que a MP perca a validade se não for votada até 3 de junho e perca a validade. Na quinta-feira, em vídeo no Facebook, Jair Bolsonaro sinalizou que, para garantir a aprovação a tempo, abriria mão do Coaf com Moro. "No meu entender, [o Senado] deve aprovar o que foi votado na Câmara, e vamos seguir em pautas mais importantes”, declarou. 
 
Hoje, após as manifestações, um grupo de senadores defende hoje que o Coaf com Moro é um anseio dos brasileiros. "Eu vejo como fundamental para o projeto Bolsonaro que se elegeu em cima de duas bandeiras: combate à criminalidade e combate à corrupção”, disse o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), frisando que desistir da medida seria um "tiro no pé do governo". Ele acredita que poderá conseguir o apoio de 44 dos 81 senadores. O líder do PP, senador Esperidião Amin (SC), também defende o Coaf com Moro. "Temos tempo. Se o Senado votar amanhã, a Câmara analisa na quarta. Temos tempo, a Câmara sempre manda matérias em cima da hora para o Senado e votamos, não somos carimbadores", afirmou. Simone Tebet (MDB-MS) disse que o placar será apertado e imprevisível e vê risco de a reforma não ser aprovada a tempo. Um dos poucos a defender o Coaf nas mãos de Paulo Guedes foi o senador Humberto Costa (PT-PE), diz a Agência Brasil.




Senador Major Olímpio e deputados Jerônimo e Kim: propostas no Congresso para 'salvar' a Lava Jato

Além de Simone e Alvaro Dias, encontro deve contar com Espiridião Amin, Major Olímpio, Tasso Jereissati e Davi Alcolumbre