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Sem oposição na disputa e com locais de votação vazios, chavistas retomam Legislativo venezuelano

Guaidó e Nelsinho na videoconferência de representantes de parlamentos latino-americanos hoje

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) defendeu eleições livres e o retorno da democracia à Venezuela ao representar o Congresso Nacional, como presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, em videoconferência promovida hoje pelo presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, que reuniu presidentes de parlamentos da América Latina para debater sobre a democracia. "Como membros do Grupo de Lima, composto pelos governos da Bolívia, do Brasil, do Canadá, do Chile, da Colômbia, da Costa Rica, da Guatemala, de Honduras, do Panamá, do Peru e da Venezuela, reiterei o apoio do Congresso brasileiro aos esforços realizados sob a liderança de Juan Guaidó para buscar uma solução pacífica, conduzida pelos próprios venezuelanos, para restaurar a democracia e a ordem constitucional a Venezuela", relatou Nelsinho.

O senador de MS disse que também pediu a união dos parlamentares para reativar o Parlamento Amazônico (Parlamaz), cujo processo ficou paralisado por conta da pandemia do coronavírus. “É importante discutir de forma clara e transparente e mostrar para o mundo a realidade da Amazônia. Me incomoda muito essa percepção dos países europeus, sem consultar os países da região, de que os brasileiros não preservam o território amazônico", afirmou. Criado em 1989, o Parlamento Amazônico integra oito países (Brasil, Bolívia, Colombia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela) e há pelo menos cinco anos está desativado.





Depois de 12 horas, grupo ligado a Guaidó deixou a sede da Embaixada que deve ficar fechada nos próximos dias

Polícia Militar fez um cordão de isolamento do lado de fora da Embaixada para evitar novas invasões no local

Ilmar Renato, assessor do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), em sala da Embaixada com o embaixador da Bolívia

Um grupo de brasileiros e venezuelanos que reconhecem Juan Guaidó como presidente do país vizinho invadiu hoje de madrugada a Embaixada da Venezuela, em Brasília. Apoiadores de Nicólas Maduro, três deputados federais de esquerda Paulo Pimenta (PT-SP), Glauber Braga (PSOL-RJ) e Sâmia Bonfim (PSOL-SP) também conseguiram entrar no prédio antes de a PM fazer o isolamento externo do local, já que a polícia brasileira não pode interferir na área considerada território venezuelano. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) postou no Twitter um vídeo vídeo gravado no local pelo diplomata Tomás Silva, ligado a Guaidó, na embaixada, afirmando que os funcionários da embaixada reconheceram Juan Guaidó como presidente. Também está no local advogado Ilmar Renato Fonseca (o ex-BBB Mamão), petista de Campo Grande, assessor de Glauber Braga que acompanha o deputado. Ilmar enviou a selfie acima em que aparece com o embaixador da Bolívia, José Kim Franco (ligado a Evo Morales), que também está no local, e mandou o áudio abaixo ao Blog relatando a situação na versão dos deputados brasileiros de esquerda, que acusam o governo brasileiro de dar aval aos invasores. Veja o vídeo e ouça abaixo o áudio de Ilmar.






Guaidó diz ter apoio de militares e convocou população às ruas contra ditadura de Maduro

Foto postada no Twitter por Guaidó afirmando que apagão atingiu Caracas e 22 estados

A Venezuela amanheceu com a maior parte do país sem energia elétrica após um apagão que começou no iníco da noite anterior. O ditador Nicolás Maduro atribuiu o blecaute à uma "sabotagem" dos Estados Unidos à hidrelétrica de Guri, a maior do país. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, respondeu no Twitter: "A falta de energia elétrica e a devastação que afeta os cidadãos venezuelanos não é por causa dos EUA. Não é por causa da Colômbia. Não é [por causa do] Equador ou Brasil, Europa ou qualquer outro lugar. A falta de energia e a fome são o resultado da incompetência do regime de Maduro" Também no Twitter, o presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, afirmou: "Sabotar é roubar o dinheiro dos venezuelanos. Sabotagem é queimar comida é medicina. Sabotagem é roubar eleições. Em 2009 o regime decretou emergência elétrica e investiram US$ 100 bilhões e hoje seguimos sem luz, o país com as maiores reservas de petróleo do mundo".





Guaidó discursou para multidão reunida em uma praça de Caracas e convocou novas manifestações para sábado

O ator petista ironizando no Twitter o Brasil e demais países que apoiam Guaidó contra a ditadura de Maduro

Juan Guaidó em um dos caminhões que estão hoje na Colômbia com mantimentos para serem levados à Venezuela