Campo Grande, Segunda-Feira , 11 de Dezembro - 2017


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Militar em operação de Estado em combate ao crime no Morro dos Macacos, na cidade do Rio de Janeiro

Postado por Marco Eusébio , 12 Outubro 2017 às 14:00 - em: Principal

O Senado aprovou nesta semana o projeto que transfere à Justiça Militar o julgamento de crimes cometidos por militares contra civis em missões de Garantia da Lei e da Ordem, como a que ocorre na cidade do Rio de Janeiro. O texto aguarda a sanção do presidente Michel Temer para virar lei. "O Tribunal do Júri visa permitir que cidadãos julguem seus pares, ou seja, outros cidadãos. Militares das Forças Armadas no exercício de sua missão não estão agindo como cidadãos, mas sim como o próprio Estado. A força máxima deste deve ser julgada por Justiça Militar especializada, que entende e conhece as nuances da sua atuação", defendeu o senador Pedro Chaves (PSC-MS), relator da matéria. "Agradeço a aprovação do PLC 44, que garantirá a segurança jurídica de meus comandados quando em operações de Garantia da Lei e da Ordem", escreveu no Twitter o comandante do Exército, general Villas Boas.




No Twitter, general Villas Boas diz que Exército é aprovado pela população por 'valores, ética e tradição'

Postado por Marco Eusébio , 25 Junho 2017 às 12:00 - em: Principal

"Valores, ética e tradição" - escreveu no Twitter o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, sobre a pesquisa do Datafolha divulgada neste fim de semana pela Folha de S.Paulo apontando que as Forças Armadas, apoiada por 43%, são a instituição em que a população deposita mais confiança no Brasil hoje, enquanto o Congresso e a Presidência (ambos com 3% de aprovação) e os partidos políticos (com 2%) caíram em descrédito. Veja mais aqui na FolhaOnline.




Decreto autoriza uso das Forças Armadas diante de ataques de vândalos a prédios como o do Ministério da Agricultura

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 16:45 - em: Principal

Dia de caos em Brasília. Após  vandalismo e depredação de ministérios hoje por mascarados e parte dos manifestantes convocados por centrais sindicais para pedir a queda do presidente, eleições diretas, e protestar contra as reformas trabalhista e da Previdência, o presidente Michel Temer decretou "ação de garantia da lei e da ordem" a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, autorizando as Forças Armadas a reforçar a segurança na região da Esplanada dos Ministérios. Ao anunciar a medida, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a manifestação prevista como pacífica "degringolou na violência, no vandalismo, no desrespeito, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas". A decisão provocou a reação de opositores no Congresso. "Não me lembro de ter visto isso nem na ditadura militar. Não é um ato normal", afirmou o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), em discurso no plenário. No Rio de Janeiro também há tumulto no entorno da Assembleia Legislativa.




Aviso divulgado nas redes sociais pelo general Villas Boas: 'estrita observância aos ditames constitucionais'

As Forças Armadas estão de olho na crise política nacional. Após encontro dos ministros do Exército, Marinha e Aeronáutica com Michel Temer, convocados pelo ministro da Defesa Raul Jungmann, para discutir a conjuntura atual, o Exército e seu comandante, o general Eduardo Villas Boas, divulgaram no Twitter e no Facebook na noite de sexta-feira a mensagem acima, em que avisam a população e aos que eventualmente queiram se aproveitar da situação: "No encontro, foi destacada a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais. O General Villas Boas, Comandante do Exército, reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas".