Campo Grande, Segunda-Feira , 22 de Janeiro - 2018


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Reinaldo Azambuja voltou a cobrar apoio da União para reforço na segurança das fronteiras em Mato Grosso do Sul

Postado por Marco Eusébio , 16 Janeiro 2018 às 14:40 - em: Principal

Frisando que o governo federal tem de reconhecer a condição de Mato Grosso do Sul como "corredor do tráfico diverso", o que inclui drogas e armas, devido a extensa faixa de fronteira com o Paraguai e a Bolívia, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em artigo intitulado "Porta da violência aberta nas fronteiras", publicado hoje pela Folha de S.Paulo, voltou a cobrar da União apoio para reforçar a segurança  e promover ações sociais no combate ao crime. Azambuja frisa que "a construção de presídios não é uma solução definitiva, porque as fronteiras "estão escancaradas", potencializando MS como "corredor do narcotráfico". Leia a íntegra:
 
"Porta da violência aberta nas fronteiras
 
Estamos, mais uma vez, batendo na mesma tecla em busca de solução para a superpopulação carcerária, causada pelo recrudescimento da violência, que tem como suas causas principais o tráfico de drogas e de armas.
 
E o problema não se resume à falta de vagas em presídios, no caso de Mato Grosso do Sul. Em seis anos, de 2012 a 2017, as apreensões de drogas realizadas pela Polícia Militar, Polícia Civil e o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) do Estado saltaram de 87 toneladas para 427 toneladas.
 
Se todos os policiais deslocados para vigiar as fronteiras estivessem nas ruas das cidades, certamente as estatísticas de furtos, roubos e homicídios não seriam tão alarmantes. De um lado impediu-se que grande volume de drogas chegasse às regiões metropolitanas.
 
De outro, o número de presos, incluindo sentenciados por tráfico de armas e outros crimes transnacionais, chegou a 7.246, elevando a população carcerária para 16.224 presos, cumprindo pena em um sistema com capacidade para 7.327 condenados. Cerca de 40% dos presos custeados pelo Estado foram sentenciados por crimes federais.Essamassa carcerária custa a Mato Grosso do Sul R$ 127,3 milhões ao ano.
 
E a construção de presídios não é uma solução definitiva, por uma razão muito clara. Nossas fronteiras estão escancaradas, potencializando Mato Grosso do Sul como corredor do narcotráfico. Os altos índices de crimes não resultam só no estrangulamento do sistema carcerário, mas contribuem também para a hipertrofia do sistema judiciário.
 
É preocupante um problema que o Estado está totalmente impossibilitado de conduzir sozinho, tolhido de desenvolver políticas públicas essenciais ao desenvolvimento social porque tem de cobrir despesas de manutenção do sistema carcerário, impondo ao cidadão das fronteiras a exclusão e deixando a população refém de grupos criminosos
—que, na ausência do Estado, estabelecem suas “leis”.
 
O governo federal tem que reconhecer a condição do Estado de corredor do tráfico diverso, já que faz fronteira com país produtor de maconha e com outro produtor de cocaína. Nas duas fronteiras, com Bolívia e Paraguai, afloram outros crimes, como contrabando de mercadorias e tráfico de armas, que disseminam os roubos e homicídios.
 
Nossa proposta é atacar o problema em sua raiz. Fechar as fronteiras, evitar a entrada de drogas e armas. Coibir a entrada de drogas por nossas fronteiras é muito mais eficaz do que mobilizar as forças de segurança para a apreensão nos centros consumidores.
 
Não há dúvida de que o Brasil precisa de nova política de segurança pública, buscar uma estratégia que possa quebrar os elos da criminalidade, compreendendo que os custos de manutenção da atual massa carcerária, em apenas sete meses, seriam suficientes para construir um novo presídio. É preciso haver ações sociais.
 
Não temos dúvida de que a solução está em reduzir a criminalidade e impedir que a droga e a arma atravessem nossas fronteiras.
 
REINALDO AZAMBUJA, 54, produtor rural e formado em administração de empresas, é governador de Mato Grosso do Sul (PSDB)."



Presidenciável da direita e o petista Paulo Pimenta afirmam no Twitter que ataques à Bolsonaro visam eleger Alckmin

Postado por Marco Eusébio , 12 Janeiro 2018 às 14:00 - em: Principal

Adversários, os deputados Jair Bolsonaro (RJ) e Paulo Pimenta (RS), líder do PT na Câmara, concordam em uma coisa. Sobre a "guerra" da Folha com o presidenciável de direita, ambos postaram nas redes sociais que os ataques visam ajudar a eleger o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) como sucessor de Michel Temer. 
 
Bolsonaro, entre outras postagens no Twitter, exibiu imagem extraída do Facebook do tucano dizendo que Alckmin é o "pré-candidato preferido dos leitores da Folha" e escreveu: "Só não entende quem não quer! Extraído do FaceBook do próprio Governador. Parabéns Folha de São Paulo pela força ao seu patrão."
 

Paulo Pimenta, também no Twitter, disparou: "Não se iludam com a grande mídia atacando Bolsonaro. Sua verborragia criminosa de extrema-direita é notória há mais de 20 anos e o atacam agora não por combater racismo, homofobia, misoginia ou xenofobia, mas para que ele não atrapalhe os tucanos nas #eleições2018"

Vejam as postagens abaixo:




Em vídeo no Facebook, Bolsonaro diz à repórteres que 'mamata de milhões da Folha durante governos do PT petistas deixará de existir'

Postado por Marco Eusébio , 12 Janeiro 2018 às 13:00 - em: Principal

Em "guerra" contra a Folha de S.Paulo desde o jornal divulgou neste início de ano que sua famíllia "multiplicou seu patrimônio após entrar na política", Jair Bolsonaro contra-ataca nas redes sociais. Ao responder a uma repórter do jornal que o abordou ontem em frente à sua casa em Angra dos Reis (RJ) questionando como ele usou o auxílio-moradia de R$ 4.253,00 que a Câmara paga aos parlamentares (além dos R$ 33.763 de salário), mesmo tendo imóvel próprio em Brasília, Bolsonaro ironizou: 
 
– "Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio-moradia eu usava para comer gente. Tá satisfeita agora ou não?". 
 
Sobre a divulgação do seu patrimônio pela Folha, Bolsonaro reclamou o fato de incluírem os bens dos filhos e disse que logo vão querer falar da mãe dele. "Se meu filho assaltar um banco ou ganhar na Mega Sena agora, é problema dele, não é meu", disparou. Hoje no Facebook, Bolsonaro postou o vídeo abaixo em que diz à reporter que a "mamata de milhões da Folha durante os governos do PT vai deixar de existir".




Vídeo exibido pela Folha de S.Paulo mostra o preparo da linguiça na Fazenda Água Tirada, em Maracaju

Postado por Marco Eusébio , 29 Dezembro 2017 às 14:15 - em: Principal

"Quando em Maracaju, esqueça tudo o que sabe sobre linguiça. Na cidade sul-mato-grossense, a cerca de 160 quilômetros de Campo Grande, o embutido é feito com carne de vaca picada na ponta da faca. Moída, jamais.'Se moer, a carne perde o sabor, perde fibra, diz a fazendeira Ana Nery, a Nerinha, da Fazenda Água Tirada." Assim começa matéria do blog "Fartura" Brasil da Folha de S.Paulo ao falar da cada vez mais famosa linguiça de Maracaju. Leia e veja vídeo aqui na Folha.




Meirelles diz que crescimento de Lula e Bolsonaro tem limite e que eleitor aguarda candidato sem posições extremas

Postado por Marco Eusébio , 04 Dezembro 2017 às 17:00 - em: Principal

O Planalto terá candidato à sucessão de Michel Temer em 2018 e não será Geraldo Alckmin, por faltar "comprometimento claro" do PSDB com as reformas, diz o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista à Folha de S.Paulo. Filiado ao PSD, Meirelles não descarta ser ele o candidato, mas repete que só decidirá sobre isso no final de março de 2018. Para Meirelles, seu baixo percentual de até 2% nas pesquisas reflete o fato de ele não estar em campanha.
 
Para o ministro, quando o resultado de políticas como o teto de gastos e a reforma trabalhista ficar evidente para a população, haverá oportunidade um candidato "com credibilidade" mostrar que o crescimento econômico e a renda vêm desses projetos. Meirelles avalia que a polarização entre Lula e Bolsonaro tem um "teto de crescimento". "A grande maioria ainda aguarda um candidato que não tenha posições extremadas", afirmou.
 
O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli, reagiu dizendo à Folha que, na reforma trabalhista, seu partido deu ao governo mais votos do que o PSD de Meirelles. "Isso é porque ele é candidato e ele quer agora, obviamente, começar a campanha eleitoral. Começou muito mal. Não é por aí que ele vai conseguir convencer a população brasileira que o PSDB não tem ajudado o governo. Quero ver na hora de pegar os votos lá e conferir", afirmou.



Luciano Huck, em artigo publicado hoje na Folha: 'Contem comigo. Mas não como candidato a presidente'

Postado por Marco Eusébio , 27 Novembro 2017 às 09:00 - em: Principal

"Contem comigo. Mas não como candidato a presidente", diz Luciano Huck em artigo publicado na edição desta segunda-feira da Folha de S.Paulo. "É fundamental o movimento de sair da proteção e do conforto das selfies para somar forças na necessária renovação política. Mas daí a postular a candidatura a presidente da República há uma distância maior que os oceanos da jornada de Ulisses", acrescenta o apresentador de TV.




Colunista da Veja defende anulação da delação e Globo desqualifica perícia divulgada pela Folha

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 14:30 - em: Principal

Além de abalar o Planalto, a gravação de Joesley Batista em conversa com Michel Temer gerou uma batalha midiática. A Globo, que acendeu o estopim da delação e pediu a renúncia de Temer em editorial, desqualificou no Fantástico a defesa feita por Temer em pronunciamento no sábado baseada em perícia contratada pela Folha de S.Paulo que apontou edições no áudio. No contra-ataque, a Globo torpedeou o perito contratado pela Folha classificando o trabalho de Ricardo Caires dos Santos como amador e chegou a dizer que ele não domina nem a língua portuguesa. Na Veja, o colunista Reinaldo Azevejo ataca em artigos a "gravação clandestina" e defende a extinção do inquérito contra Temer. De quebra, disparando pela esquerda, a revista CartaCapital defende a saída de Temer e eleições diretas já, como quer o PT para tentar voltar a eleger Lula, que, a propósito, também é alvo das denúncias.




Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 13:45 - em: Principal

A entrevista de Michel Temer divulgada hoje pela Folha de S.Paulo serviu de munição para mais um disparo do jornal O Globo contra o presidente esquentando a polêmica na mídia. Questionado sobre o motivo para receber Joesley Batista, da JBS, fora da agenda oficial, Temer respondeu à Folha que o empresário tentou muitas vezes falar com ele: "achei que fosse por questão da [Operação] Carne Fraca", em alusão à ação da PF sobre o esquema de corrupção envolvendo frigoríficos e funcionários do Ministério da Agricultura. O site do O Globo rebateu lembrando que a Operação Carne Fraca só foi deflagrada dez dias após o encontro de Temer e Joesley ocorrido às 22h40 (DF) do dia 7 de março. Ficou no ar a dúvida se o presidente sabia das investigações 10 dias antes e teria tratado do assunto com um dos alvos. Questionada, a assessoria de disse ao O Globo que ele se enganou na resposta à Folha.




O Globo destaca: Carne Fraca só aconteceu 10 dias depois; assessoria diz que Temer se enganou

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 13:45 - em: Principal

A entrevista de Michel Temer divulgada hoje pela Folha de S.Paulo serviu de munição para mais um disparo do jornal O Globo contra o presidente esquentando a polêmica na mídia. Questionado sobre o motivo para receber Joesley Batista, da JBS, fora da agenda oficial, Temer respondeu à Folha que o empresário tentou muitas vezes falar com ele: "achei que fosse por questão da [Operação] Carne Fraca", em alusão à ação da PF sobre o esquema de corrupção envolvendo frigoríficos e funcionários do Ministério da Agricultura. O site do O Globo rebateu lembrando que a Operação Carne Fraca só foi deflagrada dez dias após o encontro de Temer e Joesley ocorrido às 22h40 (DF) do dia 7 de março. Ficou no ar a dúvida se o presidente sabia das investigações 10 dias antes e teria tratado do assunto com um dos alvos. Questionada, a assessoria de disse ao O Globo que ele se enganou na resposta à Folha.




Contrato de publicidade do BB é de R$ 500 milhões por ano

Postado por Marco Eusébio , 25 Abril 2017 às 10:15 - em: Principal