Para tentar eleger Dilma, Lula defende iraniana...

 

Por Marco Eusébio, em 31/07/2010 - 20:39 .Seção: Marco Eusébio, colunas

Depois de se negar a interceder, o presidente Lula cedeu à pressão. Fez um apelo ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, pela vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani, iraniana de 43 anos, mãe de dois filhos, condenada à morte por apedrejamento por supostamente cometer adultério com dois homens. Lula fez questão de frisar que é preciso respeitar a soberania e as leis do país, mas, fnalmente, disse que "nada justifica um Estado tirar a vida de alguém". Apoiador de acordo nuclear com Ahmadinejad, Lula citou a “amizade” entre ele e o presidente iraniano. “Se essa mulher está causando incômodo, nós a receberíamos no Brasil de bom grado”, propôs o presidente. "A traição lá tem um tipo de pena é enterrar a mulher viva e deixar a cabeça para fora para o povo jogar pedra", relatou Lula. As declarações foram dadas durante comício em Curitiba, ao lado da sua candidata à sua sucessão, Dilma Rousseff. Aproveitando a "deixa" de sua candidata ser mulher, Lula abordou o assunto e disse que, se Dilma for eleita, ela poderia telefonar para Ahmadinejad pedindo a libertação da iraniana. “Tenho certeza de que ela vai ter sucesso”, disse.

 

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