Campo Grande, Domingo , 23 de Abril - 2017


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Postado por Marco Eusébio , 19 Abril 2017 às 08:00 - em: Principal


Em vídeo, Zeca comemorou derrota do 'governo golpista'

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 20:45 - em: Principal

O governo Michel Temer sofreu uma derrota na Câmara na noite anterior ao tentar aprovar requerimento de urgência para votar ainda hoje ou no mais tardar na quarta-feira a reforma trabalhista. O pedido de urgência precisava de 257 votos favoráveis para ser aprovado, mas recebeu 230. Com isso, o prazo para emendas está mantido para até a semana que vem. Em vídeo gravado na Câmara e postado no Facebook (veja aqui), o deputado Zeca do PT comemorou. "Uma orquestrada ação dos partidos de oposição, mais parte da bancada de sustentação do governo golpista do Temer, que começa cada vez mais perder espaço nesta Casa, derrotamos o requerimento de urgência. E joga para um futuro incerto a tentativa deles de fazer a reforma trabalhista, como pretendem fazer a reforma previdenciária", afirmou o petista.




Por salário descontado após ir à 'retiro' de quimbanda, Éder queria 'assustar' Assis

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 19:00 - em: Principal

O servidor público que ameaçou hoje explodir a Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) foi preso, não usava explosivos e só tinha fios enrolados pelo corpo. O agente patrimonial Éder Tiago Braz, de 37 anos, contou à polícia e à imprensa de Campo Grande que queria dar "um susto" no secretário Carlos Alberto de Assis porque teve duas faltas descontadas em seu salário porque viajou para o interior para "um retiro" de quimbanda, enquanto servidores adventistas e católicos têm faltas faltas abonadas.
 
"El Diablo", como é conhecido, já tem passagens pela polícia e alegou ser "bipolar". Ele contou que, antes de ir à secretaria pela manhã, passou a noite "bebendo, usando maconha e pasta base de cocaína', substâncias apreendidas na casa dele no Jardim Noroeste. O delegado da 3ª DP, Geraldo Marin, disse à imprensa que o servidor seria indiciado por ameaça e porte de drogas para consumo e liberado ainda hoje. Por telefone, Carlos Alberto de Assis disse ao Blog que agora está tudo "tranquilo". "O servidor tem problemas. Queria assustar por ter o ponto cortado. Faz parte do trabalho, é um risco que a gente corre", afirmou o secretário.
 



Márcio Fernandes cobrou rigor no cumprimento do contrato com a CCR MSVia

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 17:50 - em: Principal


Quem não está envolvido é ou foi aliado

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 16:45 - em: Principal

Do blog do Lauro Jardim em O Globo:
 
"Pelo andar da carruagem, nenhum candidato terá muita liberdade para falar contra a corrupção em 2018. Ou porque o próprio candidato estará preso nas teias da Lava-Jato ou porque esteve, faz bem pouco tempo, aliado a um investigado.
 
No primeiro caso, certamente estarão Lula, Michel Temer, Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin.
 
No segundo caso, dos aliados de encrencados, podem estar o tucano João Doria, Marina Silva (vice de Eduardo Campos em 2014), Jair Bolsonaro (do mesmo PSC do Pastor Everaldo) e Ronaldo Caiado (do mesmo DEM com um punhado de investigados)."
 



Delcídio, que recorreu ao Supremo para recuperar seus direitos políticos

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 15:30 - em: Principal

Por Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja:
 
"Nem as mordomias dos passeiros de lancha fazem Delcídio Amaral se sentir completo. Ele vem dizendo que morre de saudade de um terno bem cortado e da vida do plenário. Desgostoso e entediado, Delcídio sonha em voltar à política quando reavir seus direitos políticos, em 2027. O plano é construir uma candidatura a deputado estadual na eleição seguinte, ou seja, 2030."



Autor: Wagner Cordeiro Chagas (*) , 18 Abril 2017 às 14:45 - em: Falando Nisso

Caro leitor-leitora, a partir deste mês até outubro do presente ano, quando Mato Grosso do Sul completa 40 anos de criação, pretendo compartilhar com você pequenas produções a respeito de alguns aspectos da história política de nosso estado. As mesmas têm como foco levantar características das gestões administrativas estaduais, desde Harry Amorim Costa até Reinaldo Azambuja Silva. Características que, sem dúvida, interferiram nas vidas de muitos sul-mato-grossenses, pois, de acordo com o historiador francês René Rémond, por muito tempo a História Política valorizou a trajetória de governantes e seus feitos, esquecendo-se do restante da população, como se as atitudes políticas não alterassem as vidas dos habitantes do local administrado.
 
Estes textos são frutos de longa pesquisa, iniciada no ano de 2007, por meio de visitas a arquivos de jornais, da Assembleia Legislativa e do Centro de Documentação Regional da FCH-UFGD. Tudo começou nos bancos universitários, quando aproveitei a oportunidade de iniciar a prazerosa vida da pesquisa acadêmica. Ao final dessa jornada almejo publicar o resultado da mesma em forma de livro. Neste primeiro, apresento como se deu a escolha do primeiro governador do estado.
 
Logo após a criação de Mato Grosso do Sul pela ditadura militar (assunto que abordarei com mais detalhes na semana do 40º aniversário), por meio da Lei Complementar nº 31, de 11 de outubro de 1977, as discussões em torno do nome daquele que seria escolhido o primeiro governador aumentaram, isto porque alguns meses antes da divisão, o nome do ex-governador de Mato Grosso uno, entre 1966 e 1970, Pedro Pedrossian, era o mais cotado, dentro da ala "independente" da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estadual. É válido lembrar que no período ditatorial, entre 1966 e 1981, a população perdeu o direito de eleger o governador.
 
A possível indicação de Pedro Pedrossian desencadeou um debate intenso nos bastidores políticos e na imprensa, pois a ala dos "ortodoxos" da Arena não aceitava aquele nome. A briga política entre as facções da Arena, na verdade vinha dos tempos em que Pedro Pedrossian governara Mato Grosso e enfrentara um processo conturbado em que a Assembleia Legislativa instalou um processo de impeachment contra ele. O então governador teve seu mandato poupado graças à forte influência de seu padrinho político, o então senador Filinto Müller.
 
Enfim, o fato é que Pedro Pedrossian não conseguiu ser nomeado, como tanto desejava. Chegar a um nome de consenso para governar o estado foi algo que ganhou as manchetes dos jornais sul-mato-grossenses entre fins de 1977 e março de 1978, mês em que, conforme a Lei Complementar nº 31, era o limite para a indicação do chefe do Executivo.
 
No mês de dezembro de 1977, os senadores Rachid Saldanha Derzi e Antônio Mendes Canale (ambos da Arena-MS) tiveram seus nomes divulgados numa suposta lista, destacando-se entre os mais lembrados para assumir o cargo. No entanto, a partir de março de 1978, passou-se a divulgar que o ministro do Interior, Maurício Rangel Reis, teria sido convidado pelo presidente Ernesto Geisel para exercer a função de governador. De acordo com matérias jornalísticas, Rangel Reis estaria disposto a atender ao pedido do presidente, mas teria em mãos uma lista com os possíveis nomes de políticos locais que se interessavam pelo cargo. 
 
Outra especulação foi publicada em 14 de março: um novo nome vinha à baila, o do chefe da Superintendência para Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco), Julio Arnold Laender. Por fim, nenhum desses líderes foi escolhido. 
 
A 22 de março saiu definitivamente a escolha do primeiro governador de Mato Grosso do Sul: Harry Amorim Costa, engenheiro e diretor-geral do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), que, conforme "O Progresso", o presidente Ernesto Geisel teria conhecido em 1975, durante uma reunião da SUDENE, em Recife. Geisel teria gostado do trabalho do engenheiro na construção de obras de contenção de enchentes no Pernambuco. Teria sido este um dos motivos para nomeá-lo.
 
Assim, entre discussões no interior de gabinetes palacianos, como fora boa parte das conversas sobre a criação do estado, iniciava-se a história administrativa de Mato Grosso do Sul. No próximo artigo apresento um histórico da primeira gestão a administrar o estado: a de Harry Amorim Costa.
 
(*Wagner Cordeiro Chagas é professor e mestre em História em Fátima do Sul - MS e autor do livro As eleições de 1982 em MS - Life Editora/2016)



Se tentou enrolar Moro, Lula saiu enrolado

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 13:15 - em: Principal

Sérgio Moro autorizou que a defesa de Luiz ouça 87 testemunhas em ação penal sobre suposta propina de R$ 75 milhões paga pela Odebrecht em oito contratos da Petrobras, na ação em que o ex-presidente é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Afinal, se recusasse, seria acusado de cercear o direito de defesa. Mas, se os advogados do petista (que reclamou ao ser intimado uma vez a depor) acharam que estavam inventando a roda para "atropelar" o juiz com tantos depoimentos, parece que o tiro saiu pela culatra. 
 
"Já que este julgador terá de ouvir oitenta e sete testemunhas da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, além de dezenas de outras, embora em menor número arroladas pelos demais acusados, fica consignado que será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências nas quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua própria defesa, a fim prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas", determinou, ontem, o juiz. Os advogados, classificaram a decisão de Moro como arbitrariedade contra seu cliente.



Viatura da polícia em frente à SAD e o secretário Carlos Alberto de Assis

Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 12:00 - em: Principal

Suposta tentativa de atentado contra o secretário estadual de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis, em Campo Grande, está sendo investigada pela Polícia Civil. Conforme a assessoria da pasta, um agente patrimonial do governo, que teria solicitado uma transferência ainda não atendida, pediu na recepção da SAD para falar como o secretário. Informado de que Assis não estava, levantou a blusa e mostrou um objeto amarrado ao corpo, supostamente uma arma ou explosivo. A PM foi chamada, mas o homem fugiu. (Com informações do Campo Grande News)



Postado por Marco Eusébio , 18 Abril 2017 às 11:20 - em: Principal