Médica é acusada de matar pacientes do SUS para abrir vagas a particulares em hospital
Reprodução de vídeo Globo.com
"Quero desentulhar a UTI que está me dando coceira", diz, em trecho de gravação divulgada pela RPC TV, no vizinho Paraná, , a médica Virgínia Soares Souza que foi presa (foto) acusada de matar pacientes do SUS na UTI no Hospital Evangélico de Curitiba para abrir vagas a outros, particulares ou de convênios. Sílvio Almeida, técnico em enfermagem, ex-funcionário, disse que o respirador era usado para abreviar a vida. “A mínima quantidade de oxigênio que o respirador podia mandar, ela deixava - é sempre 21%. Eu já vi ela várias vezes desligando o respirador”, contou. Outro ex-funcionário, que trabalhou no local de 2004 a 2006, disse que ele e colegas nunca denunciaram por temer represálias. “Muitas das pessoas que sabiam não se sentiam à vontade de gerar uma denúncia. A Virgínia é uma pessoa de muita força, muita influência, e seria difícil para comprovar”, afirmou o enfermeiro, que pediu para não ser identificado.
Deixe seu comentário
Postado por: Marco Eusébio, 21 Fevereiro 2013 às 08:32 - em: Principal