Marco Eusébio In Blog

Sempre é mais valioso ter o respeito, que a admiração das pessoas Jean-Jacques Rousseau, filósofo e escritor suiço

Seu baú tem alguma imagem ou áudio que fez história?... Mande pra gente!

Plínio... a renúncia que fez de Wilson governador

 

Por Marco Eusébio, em 01/08/2010 - 21:44:04 .Seção: Garimpando História

Acervo de Carlos Renato de Souza www.marcoeusebio.com.br

Neste ano de eleições governamentais de todo o Brasil, a imagem acima é um dos retratos da história eleitoral de Mato Grosso do Sul: desfilando de calhambeque pelo centro de Campo Grande, Plínio Barbosa Martins comemora sua eleição a deputado federal e a do irmão Wilson Barbosa Martins como primeiro governador eleito do novo estado oriundo da divisão do Mato Grosso uno. Era 1982, ano da volta das eleições diretas de governador depois de duas décadas de regime militar no país. A foto enviada à seção GARIMPANDO HISTÓRIA do Blog pelo leitor Carlos Renato de Souza (que fazia neste desfile a sonoplastia do carro de som) é ainda mais símbolica levando-se em conta que Plínio, na verdade, era o preferido do grupo político ligado ao PMDB para ser candidato e o primeiro governador eleito do estado.

 

Veja o que diz o livro "DO MDB ao PMDB - 40 Anos de História em Mato Grosso do Sul", Eronildo Barbosa da Silva e Tito Carlos de Oliveira Machado, do acervo da Fundação Ulysses Guimarães em MS:


"As conversas objetivando formatar a chapa do PMDB começaram em abril, embora discretamente, Wilson Martins, com o apoio do PCB, já estivesse em campo articulando a sua candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul. Um passo importante nessa caminhada foi a indicação de Wilson Martins para a presidência da OAB de Mato Grosso do Sul. Esse cargo somado ao de presidente do PMDB aumentou sua visibilidade política.


Wilson Martins articulava a sucessão do então governador Pedro Pedrossian com muito cuidado. Ele sabia que o candidato de consenso do PMDB e de outras forças para Governo do Estado era seu irmão Plínio Martins. Plínio, em março de 1982, alegando dificuldades de foro íntimo e outras conforme depoimento de seu filho Marcelo Martins, desistiu da sua candidatura ao governo. Eis o que informa Wilson Martins sobre esse episódio:


– Não era o meu nome o mais forte para aquela eleição. O nome mais forte era o do meu irmão, Plínio Martins. A população queria recompensá-lo pelos serviços prestados como vereador e Prefeito de Campo Grande. Ele resistiu muito a aceitar a candidatura, mas, certa ocasião, ele disse que ia ser candidato. Isso ele falou em um dia, mas no dia seguinte voltou aqui a esse escritório e disse: Wilson, não tenho condições de sair candidato, estou numa dificuldade muito grande, solicito que você me ajude, explique para os companheiros a minha situação. Aí que o meu nome veio à baila. Os companheiros que insistiam com Plínio Martins, então, passaram a insistir comigo. Então eu empunhei a bandeira e fui para a campanha."

 

Siga o blogueiro no Twitter

As enchentes da Rua Maracaju, em Campo Grande

 

Por Marco Eusébio, em 16/07/2010 - 21:09:04 .Seção: Garimpando História

Acervo de Sanziro Katayama & Filhos www.marcoeusebio.com.br

Campo Grande começou a se urbanizar na década de 20 e a crescer para a região norte por causa da Estação Rodoviária, "porto" de pessoas e cargas que chegavam ao povoado. As ruas do entorno ferroviário começaram a ganhar imóveis residenciais e comerciais e uma das preferidas para moradias era a Maracaju. Mas ali havia um problema: um córrego que nascia umas seis quadras acima (hoje nas proximidades do Extra supermercados). Quando chovia, esse córrego transformava a rua Maracaju num tremendo lamaçal que atravessava a Avenida Calógeras até desaguar no córrego Segredo, constantes transtornos na temporada das águas.

 

A foto acima, do acervo de Sanziro Katayama & Filhos, enviada ao Blog pelo amigo leitor e advogado José Augusto Lopes Sobrinho, mostra uma das enchentes típicas do início da década de 70. Só no fim daquela década, com a região bem mais povoada e depois que uma chuva causou enorme transbordamento, o local exigiu obras de canalização definitiva, conforme conta o arquiteto, urbanista e historiador Ângelo Arruda:

 

"O antigo DNOS (Departamento Nacional de Obras e Saneamento) entrou com um enorme projeto, que começa na esquina da Avenida Mato Grosso com a Rua Bahia, origem dos problemas de enchente, e canalizou o córrego da Maracaju que continua existindo no local mas desde o fim dos anos 70 deixou de ser visto à céu aberto e hoje passa sob o asfalto daquela via".

 

É por isso que até hoje, vez em quando, forte mau cheiro é exalado de algumas "bocas de lobo" daquela via, por conta do córrego que transporta parte do esgoto urbano local.

 

Siga o blogueiro no Twitter

1965... o jogo do ano em que a eleição acabou

 

Por Marco Eusébio, em 07/07/2010 - 00:27:15 .Seção: Garimpando História

Do acervo de Edmar Neto para o Marco Eusébio in Blog wwww.marcoeusebio.com.br

Neste ano de copa e de eleições, a foto do encontro entre Lúdio Martins Coelho e Edson Arantes do Nascimento em Cuiabá (MT) em 1965 retrata um período marcante, embora obscuro, da política e do futebol brasileiro. Naquele ano seguinte ao golpe militar de 64, Lúdio disputava o governo do Mato Grosso uno e Pelé era a grande estrela do Santos que foi à capital mato-grossense fazer uma de suas exibições do futebol espetáculo e golear por 6 a 2 o Dom Bosco em amistoso.

 

O jogo foi promovido pelo empresário Nassura (Nasrala Siufi), ousado promotor de eventos da época, conforme descreveu o jornalista Paulo Zaviasky em artigo no Diário de Cuiabá: "A coroação desses seus arrojados empreendimentos esportivos fora, a nosso ver, a vinda de Pelé em 1965, uma “verdadeira loucura”, afirma, pois em Cuiabá falsificaram – quem não se lembra disso? – os ingressos e ele teve prejuizo incalculável. A renda que deveria ser de treze mil cruzeiros, não chegara a oito. Felizmente, desabafa, em Campo Grande fora possível equilibrar as despesas".

 

Realizadas no dia 3 de outubro para escolha de governadores de 11 estados (a eleição de presidente da República foi cancelada, sendo prorrogado O mandato de Castelo Branco até 15 de março de 1967) a oposição triunfou em estados importantes como Guanabara e Minas Gerais, com Francisco Negrão de Lima e Israel Pinheiro da Silva, eleitos pelo PSD, ambos ligados ao ex-presidente da república cassado Juscelino Kubitschek, o que preocupou o grupo que defendia um regime político autoritário. Essas derrotas aliadas à pressão do grupo linha-dura levou o presidente Castello Branco a baixar o AI (ato institucional) nº 2, no 27 de outubro de 1965, que extinguiu os 13 partidos políticos existentes no Brasil e eleições diretas por duas décadas.

 

Lúdio não se elegeu em 1965. No ano seguinte, na Copa da Inglaterra, Pelé foi caçado em campo por adversários que usavam do chamado "futebol força" para surpreender o Brasil. Jogou só duas das três partidas que o Brasil disputou até ser eliminado. Um desses jogos foi o último dele com Garrincha, na vitória de 2x0 sobre a Bulgária. Juntos, os dois nunca perderam uma partida pela seleção. Garrincha entrou em decadência pelo excesso de bebidas e injeções nos joelhos "graças" às pancadas de adversários e aos cartolas que obrigavam o gênio das pernas tortas a jogar mesmo machucado para garantir o espetáculo em que ele era atração principal. Destino oposto e ascendente marcou a trajetória de Edson.

 

Em 1970 Pelé consagrou-se como o rei do tri-campeonato brasileiro. E quando as eleições diretas voltaram, o pecuarista e empresário Lúdio Coelho se tornou por duas vezes prefeito de Campo Grande-MS (de 1983 a 1985, pelo PMDB, e de 1989 a 1992, pelo PTB) e senador da República, de 1995 a 2003, pelo PSDB.

 

Siga o blogueiro no Twitter 

"Essa Morena tem História"...

 

Por Marco Eusébio, em 09/04/2010 - 22:28:50 .Seção: Garimpando História

Roberto Higa/Divulgação

Cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua Ceará em 1981 e 26 anos depois, em 2007. Uma pequena mostra da exposição "Essa Morena tem História", de Roberto Higa, repórter fotográfico registrou o crescimento urbano da cidade de Campo Grande em acervo de imagens do que aconteceu na "Cidade Morena" do fim dos anos 60 até agora. Para que novas gerações tenham acesso à sua própria história, a exposição de Higa, personagem importante da história do jornalismo estadual, está sendo levada às escolas municipais da cidade.

 

Siga o blogueiro no Twitter

Em cartaz... Cine Alhambra na história da cidade

 

Por Marco Eusébio, em 29/03/2010 - 22:41:45 .Seção: Garimpando História

Reprodução enviada ao Blog pelo leitor Germano Barros de Souza Filho

Ponto de encontros e desencontros daquela que viria a se tornar uma das maiores cidades do oeste brasileiro, o Cine Alhambra foi o principal cinema de Campo Grande por décadas. Projetado pelo arquiteto alemão Frederico Urlass e edificado pelo construtor Thomé & Irmãos, o empreendimento do comerciante Karim Bacha, de 1936, foi grandioso em sua época até se comparado às salas de exibição das principais cidades brasileiros. Tinha 1.700 lugares, sendo 1.100 no térreo e 600 no balcão, com 28 camarotes e aparelho de projeção da Western Eletric sonorizado importado e sistema de iluminação da GE. Local de festas, palestras, reuniões,formaturas e outros eventos, seu estilo Art Déco era típico da arquitetura da década de 1930 no país. Foi demolido no fim dos 80 para dar lugar a um hotel quatro estrelas até hoje não concluído à Avenida Afonso Pena, entre a Avenida Calógeras e a Rua 14 de Julho, no centro da cidade. (Fonte: ARRUDA, Ângelo Marcos Vieira de. Arquitetura e Urbanismo em Campo Grande na Década de 30, Uniderp, 2000)

 

Siga o blogueiro no Twitter

Jogos políticos...

 

Por Marco Eusébio, em 13/03/2010 - 20:12:46 .Seção: Garimpando História

Durante os anos 80/90, o poder em Mato Grosso do Sul se revezou entre os ex-governadores Wilson Barbosa Martins e Pedro Pedrossian, com alguns "intrusos" entre um governo e outro quando na época que a reeleição inventada por FHC ainda não existia. O ciclo foi rompido pelo "azarão" Zeca do PT, em 1998, que depois de oito anos de poder volta a disputar a cadeira mais importante do Parque dos Poderes neste ano contra o rival André Puccinelli (PMDB). Desta vez, parece não haver ninguém para romper o ciclo "Zeca-André"... pelo menos por enquanto.

 

Siga o Blog no Twitter

O vento de Coxim...

 

Por Marco Eusébio, em 23/02/2010 - 12:33:10 .Seção: Garimpando História

Arquivo do jornalista Edson Moraes

Antes das eleições de 1998, um grupo de assessores de gabinetes de deputados estava no bate-papo no Péssimus (o atual Mercearia) na esquina das ruas 15 de Novembro e Padre João Crippa, vizinho ao prédio onde funcionava o escritório do então (e atual provisório) presidente do PDT, João Leite Schimidt e que hoje é ocupado pelo ex-governador Zeca do PT. De repente, chega Schimidt com amigos correligionários. Os assessores o cumprimentaram e ele contou que tinha acabo de voltar do apartamento do ex-governador Pedro Pedrossian (então no PTB) que detinha, à época, 70% das intenções de voto para voltar ao governo de Mato Grosso do Sul.


Chamado por Pedrossian para discutir aliança sobre eleições de 1998, Schimidt escuta os planos do ex-governador e depois questiona, propondo:

 

– "Dr. Pedro, onde entra o meu PDT nesta chapa? Podemos ter a vice com Moacir Kohl ou Franklin Mashura e poderiamos lançar o Zeca do PT ao Senado".


Pedro diz:


– "Não posso abrir mão da minha chapa, porque o Vice vai assumir o Governo em 2002 para eu me lançar ao Senado".

 

À época, o candidato a vice era o advogado Newley Amarilha. Pedro descartou a proposta do cacique estadual do partido de Brizola afirmando que ele queria apenas resolver um problema de Coxim sobre quem sairia a deputado estadual e levando a vice-governadoria.


Schimidt contou que resolveu ir embora, dizendo ao doutor Pedro:


- "O senhor acaba de perder a eleição!"

 

Ao saber da história, a galera no bar riu da piada.


Schimidt acabou articulando a frente de esquerda que uniu PT, PDT e PPS, lançando Zeca do PT ao Governo e Moacir Kohl (os três na foto), de seu partido e de Coxim, para vice, com o advogado Carmelino Rezende ao Senado.


O resto da piad.. ops, da história, todo mundo sabe no que deu...

 

Siga o Blog no Twitter

A primeira vez de Lula em MS...

 

Por Marco Eusébio, em 31/01/2010 - 13:25:55 .Seção: Garimpando História

Luiz Inácio Lula da Silva fez sua primeira visita a Mato Grosso do Sul na segunda metade da década de 80 como líder sindicalista e presidente nacional do PT. Em Campo Grande, discursa na antiga sede da Câmara dos Vereadores anexa à Prefeitura e concede entrevista ao jornalista Bosco Martins defendendo que o então deputado federal Sérgio Cruz (que descontente com o PMDB queria deixar a sigla e foi assistir a palestra do petista) fosse convidado a se filiar ao partido. Quando o PT assumiu o governo do Estado no início do novo século, Bosco Martins integrou a equipe do governador José Orcírio Miranda dos Santos (o Zeca) e, no segundo mandato deste, dirigiu a TVE Regional onde Sérgio Cruz (o Pau na Mula) acabou apresentando um programa.

Jingles da campanha da volta do voto em 1989

 

Por Marco Eusébio, em 29/11/2009 - 23:02:25 .Seção: Garimpando História

Às vésperas de mais um ano de eleições presidenciais no Brasil, o vídeo de jingles dos então candidatos Collor (PRN), Lula (PT), Ulysses (PMDB), Brizola (PDT), AFIF (PL), Affonso Camargo (PTB), Aureliano Chaves (PFL), Mário Covas (PSDB) e Silvio Santos (PMB), propagandas de campanha que marcaram a primeira eleição direta depois 1960, realizadadas em 1989, depois de um ciclo de mais de duas décadas do regime militar. (Sugestão do amigo e leitor Yves Drosghic,  estagiário de Direito, de Campo Grande-MS) 

Wilson & Itamar em... "estranhas coincidências"

 

Por Marco Eusébio, em 19/11/2009 - 14:55:25 .Seção: Garimpando História

Arquivo Folha de Campo Grande

Em 1993, o então presidente da República, Itamar Franco (MG), e o senador da República Wilson Barbosa Martins (MS), no encontro da foto acima, não deveriam imaginar que seriam protagonistas de episódios semelhantes de resultado inverso na década de 90. Em janeiro de 1995 Itamar dava posse em Brasília (DF) a seu sucessor e ex-ministro Fernando Henrique Cardoso, enquanto Wilson assumia em Campo Grande (MS) seu segundo mandato como governador eleito de Mato Grosso do Sul. Ambos eram do PMDB e lançaram como sucessores integrantes do PSDB responsáveis pela pasta de Fazenda de seus respectivos governos. No caso de Itamar, deu certo: com o sucesso do Plano Real que marcou o fim do dragão inflacionário, o ministro FHC foi eleito presidente, inventou a reeleição e ficou oito anos no Planalto. No caso de Wilson Martins aconteceu o contrário: seu secretário de Fazenda, Ricardo Bacha, do PSDB, começou a campanha tendo como principal adversário o ex-governador Pedro Pedrossian, favorito nas pesquisas, mas acabou derrotado no 2º turno das eleições parao então "azarão" Zeca do PT que, graças à reeleição inventada por FHC, também conquistou oito anos sucessivos em dois mandatos.

Marisa enfrentava Zeca do PT em 2002...

 

Por Marco Eusébio, em 12/10/2009 - 12:26:09 .Seção: Garimpando História

Na seção GARIMPANDO HISTÓRIA do Blog, o vídeo de campanha da tucana Marisa Serrano (PSDB) que conseguiu levar para o 2º turno a disputa eleitoral em 2002 contra o então governador Zeca do PT que penou pra ser reeleito. De lá para cá o PSDB apenas ameaçou disputar a Prefeitura de Campo Grande e o Governo do Estado mas sempre optou por manter a aliança com o PMDB. Embora com o PSDB disputando a Presidência da República em 2010, os tucanos sul-mato-grossenses, apesar de algumas e recentes ameaças de lançar a senadora Marisa para o governo e enfrentar o antigo aliado e atual governador André Puccinelli (PMDB) e o ex-govenador Zeca do PT, seguem, até agora, ao ritmo de ficar em seu "habitat político natural" sul-mato-grossense. Ou seja, se manter no ninho peemedebista.

Retratando gerações da advocacia de MS...

 

Por Marco Eusébio, em 14/09/2009 - 15:40:02 .Seção: Garimpando História

Acervo de Fábio Trad

A seção GARIMPANDO HISTÓRIA do Blog exibe hoje retratos históricos da advocacia de Mato Grosso do Sul mostrando Fábio Trad de mascote do time em 1973, aos 4 anos, a jogador em 2001 e presidente e capitão da equipe da OAB em 2007.


1973 – Time da OAB Campo Grande no Morenão: Abrão Razuk, Carlos Stefanini, Marcelo Trad, Félix Balaniuc, Evandro Batista, Ricardo Trad, Pedro Ernesto, Jonathan Barbosa e Nelson Trad. Mascote: Fábio Trad (presidente da OAB-MS 2007-2009) com 4 anos.


2001 – Time da OAB-MS no Belmar Fidalgo: Técnico Nelson Trad, Auxiliar técnico Amadeu. Equipe: Vladimir Rossi Lourenço, Rui Gibin, Geraldo Morehtson, Marcelo Bucker, Luiz Renato, Saldanha, Calu, Flávio Alves, Dinho Azambuja, Marcos Trad, Fábio Trad, Wander Galvão e Beto Avelar. Mascote: Fábio Trad Filho.


2007 – Time da OAB-MS, no Belmar Fidalgo: Dado, Ivan Gibin, Wander Galvão, Pedro, Dinho Azambuja, Lalo, Marcos Trad, Beto Avelar, Marquinhos Moraes, Fábio Trad, Luciano de Miguel e André Costa.

PT, 13 anos atrás, surpreendia o poder em MS

 

Por Marco Eusébio, em 06/09/2009 - 23:13:29 .Seção: Garimpando História

www.marcoeusebio.com.br Folha de CG/Arquivo

A foto em preto e branco exibe em 1996 o bancário José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca, e seu vice Ben Hur Ferreira, em campanha pela chapa pura do Partido dos Trabalhadores na disputa pela Prefeitura de Campo Grande, na histórica eleição em que o PT começou a despontar como força política em Mato Grosso do Sul. Enfrentando nomes tradicionais da política regional como Levy Dias (então no PPB) e Nelson Trad (na época no PTB), os petistas começaram a campanha na condição de azarões dividindo as últimas colocações nas pesquisas de opinião ao lado do candidato do Partido Verde (PV) Carlos Leite. Entretanto, surpreendendo todas as expectativas e rompendo preconceitos ao partido que era sinônimo de MST na Capital do estado dominado por fazendeiros, a dupla levou o candidato da situação, André Puccinelli (PMDB), para o 2º turno. Numa disputa acirrada, André venceu pela diferença de apenas 411 votos, até hoje contestada pelos petistas. Dois anos depois, Zeca seria eleito governador e Ben Hur deputado federal campeão de votos de então. No poder, as diferenças dividiram os antigos companheiros. Hoje, 13 anos depois, o número do partido, o ex-deputado petista milita no partido que é o principal adversário dos petistas em nível nacional, o PSDB. E Zeca desponta como pré-candidato ao governo para voltar a enfrentar seu histórico rival André em 2010. (Foto do arquivo do jornal Folha de Campo Grande, cedida pelos diretores Geraldo Silva e Faeza Silva)

Retrato do início de 20 anos de PMDB na Capital

 

Por Marco Eusébio, em 17/08/2009 - 21:43:08 .Seção: Garimpando História

Folha de Campo Grande/Arquivo

A imagem acima marca o início de uma campanha eleitoral que culminaria em duas décadas de gestões consecutivas do PMDB na Capital de Mato Grosso do Sul, ciclo que será completado em 2012 quando o atual prefeito Nelson Trad Filho concluir seu mandato. A foto mostra Juvêncio César da Fonseca e Heráclito de Figueiredo (acompanhados do desembargador aposentado Gerval Bernardino de Souza, à esquerda) registrando na Justiça Eleitoral as respectivas candidaturas aos cargos de prefeito de Campo Grande e vice nas eleições municipais de 1992. Eleito pela segunda vez (Em 1985 havia sido o primeiro prefeito eleito depois da volta das eleições diretas para um mandato tampão de 2 anos), Juvêncio administrou a cidade de 1993 a 1996 quando o PMDB elegeu André Puccinelli como seu sucessor, reeleito em 2000. Em 2004, Puccinelli faria Nelsinho Trad seu sucessor, reeleito em 2008. Cedida do arquivo pelo jornal Folha de Campo Grande, gentilmente, por seus diretores Geraldo Silva e Faeza Silva, a imagem é mais um episódio pra você conferir no GARIMPANDO HISTÓRIA. 

O retrato da equipe de 82 do Partidão em MS...

 

Por Marco Eusébio, em 31/07/2009 - 15:21:54 .Seção: Garimpando História

Acervo do jornalista Edson Moraes

Maio de 1982. O time do Partido Comunista do Brasil de Mato Grosso do Sul posa para a fotografia acima depois de ato no Horto Florestal de Campo Grande. Agachados: Nazareth segura o cartaz, ao lado do jornalista Josemil Arruda, Sandra Recalde e Marisa Bittar. Também estão na foto Ascario Nantes, Romeu Gama, Amarílio Ferreira Jr, Edson Siqueira (que foi vereador e presidente estadual do PPS), Dedê Cesco, Paulo CB, Paulo Ricartes, Álvara, João Bosco Guerreiro, Fausto Mato Grosso, Édio Viégas, Bianca Machado, Aristides Maldonado (falecido) e outros do Partidão. A foto ora registrada na seção GARIMPANDO HISTÓRIA do blog estará incluída no livro "De Martas e Marçais", título provisório, que o jornalista Edson Moraes (de pé na foto, segurando a bandeira) lançará em 2010 contando um pouco da história das lutas populares no estado. Ainda neste ano, o colega Moraes promete lançar seu livro de sonetos "Na Glória".

Publicidade

Dos candidatos a deputado federal da coligação Amor, Trabalho e Fé você votaria em...
Ademir Osiro (DEM)
Akira (PMDB)
Antonio Juliano (PSDB)
Caio Augusto (PSDB)
Giroto (PR)
Esacheu (PMDB)
Fabio Trad (PMDB)
Fabrizia Tinoco (PRB)
Francisca Dantas (PMN)
Geraldo Resende (PMDB)
Iara Costa (PMN)
Jorginho do Gás (PSDB)
Josenita Cabral (PMDB)
Mandetta (DEM)
Marçal Filho (PMDB)
Profª Raimunda (PMDB)
Reinaldo Azambuja (PSDB)
Roberto Hashioka (PMDB)
Pastor Sergio (PRB)
Sergio Nogueira (DEM)
Sergio Assis (PSB)
Profª Silvana (DEM)
Simone Dias (PSDB)
Zenaide (PMDB)
Nenhum

Nelson Corrales www.marcoeusebio.com.br

Foto em destaque

Seguindo no sentido Sidrolândia-Nioaque pela Rodovia Luiz dos Santos (a MS 060), o diretor de Esportes da Prefeitura de Guia Lopes da Laguna, Nelson Corrales, não resistiu em parar o carro para fotografar o belo por do sol na Serra de Maracaju, uma das muitas belezas naturais de Mato Grosso do Sul. E leitor assíduo do Blog, fez questão de compartilhar a síntese do maravilhoso ocaso com toda a galera.

Ver mais

Entre as maravilhas que humanos podem edificar com muito dinheiro, a Burj Dubai Lake Fountain, a maior fonte luminosa do mundo localizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, é um espetáculo que encanta quem visita pessoalmente ou virtualmente por vídeos como este acima. Inaugurada em 2009, possui um milhão e quinhentas mil luzes sincronizadas com a música. Seus jatos ultrapassam 500 metros de altura projetando mais de 80 mil litros de água em cada exibição e podem ser vistos a 300 km de distância. Custou a bagatela de US 218 milhões e fica no maior arquipélago artificial entre o Dubai Mall (maior shopping) e a Burj Tower, que é a maior torre, ou maior edifício, como queiram. A fonte funciona todos os dias a partir das 6 da tarde e cada vez com show diferente, com duração de 3 a 6 minutos. Neste, as águas iluminadas dançam ao som de "Time to Say Goodbye" em dueto de Andrea Bocelli e Sarah Brightman.

Ver mais